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No Dia da Mulher, 10 filmes baseados em personagens reais que entraram para a história

Sérgio Rizzo
·4 minuto de leitura

O cinema é de ficção, mas as personagens são verdadeiras. A seguir, dez fillmes disponíveis em streaming com mulheres que entraram para a história.

'Norma Rae' (1979)

Sally Field levou seu primeiro Oscar de melhor atriz graças à personagem do título (1979), baseada na sindicalista Crystal Lee Sutton (1940-2009). Três gerações de sua família trabalharam na indústria têxtil que a demitiu como retaliação por denúncias —e, com isso, comprou briga nacional. O diretor Martin Ritt (“O indomado”) reencenou cuidadosamente a brava trajetória de Sutton. Telecine Play.

Oscar:Os pré-indicados que estão disponiveis em streaming]

‘Joy: o nome do sucesso’ (2015)

Jennifer Lawrence interpreta a bem-sucedida empresária Joy Mangano —ainda que os créditos do filme de David O. Russell (de “Trapaça” e “O lado bom da vida”, ambos também com a atriz) atribuam a narrativa a uma convergência entre diversas mulheres. O histórico e a personalidade de Joy não indicavam que fosse uma boa aposta no mundo dos negócios, mas ela tornou-se um trator que passou por cima de muitos homens — e o filme trepida no seu ritmo. YouTube/Google Play

‘Erin Brockovich’ (2000)

Julia Roberts emprestou seu glamour de estrela para a ativista Erin Brockovich. Hoje uma celebridade na trincheira ambientalista, ela não tinha formação em Direito quando arrumou emprego num escritório de advocacia e abraçou caso espinhoso contra empresa de energia elétrica. Nas mãos de Roberts (que ganhou o Oscar) e do diretor Steven Soderbergh, sua história vira dinamite. YouTube/Google Play.

‘Escritores da liberdade’ (2007)

A história de Erin Gruwell lembra a de outros filmes com professores que transformam a vida dos alunos. A estratégia usada por ela (interpretada com energia por Hilary Swank) foi usar experiências difíceis de jovens do ensino médio em relatos literários do front do preconceito e da desigualdade nos EUA. O diretor Richard LaGravenese recria a aventura de Gruwell com entusiasmo pela causa. Prime.

‘The Post: a guerra secreta’ (2017)

Herdeira do diário “The Washington Post”, Katharine Graham (1917-2001) era subestimada por muitos homens. A volta por cima começou com sua firme atuação na cobertura do vazamento de documentos do governo sobre a guerra do Vietnã (e completou-se com a participação do jornal no escândalo Watergate —mas esse é outro filme, “Todos os homens do presidente.”). Meryl Streep tem momentos sublimes na tradução da condição feminina em mundo de machos querendo ser alfa. Netflix.

‘Estrelas além do tempo’ (2016)

A discriminação de gênero e raça na NASA, a agência espacial dos EUA, começou a ruir graças às três matemáticas do filme, as “figuras escondidas” do título original (“Hidden figures”): Katherine Johnson (1918-2020), Dorothy Vaughan (1910-2008) e Mary Jackson (1921-2005). Um trio de atrizes em divertida sintonia — Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe — dá leveza e espirituosidade a um embate turbulento. Telecine Play.

‘150 miligramas’ (2016)

A ótima Sidse Babett Knudsen (da série “Borgen”) faz Irène Frachon, pneumologista em Brest (França). Ao suspeitar que algumas mortes deviam-se ao efeito colateral de um medicamento, decidiu enfrentar o laboratório que o fabricava e a Anvisa francesa. Davi contra Golias, contraste que a diretora Emmanuelle Bercot (“De cabeça erguida”) usa para valorizar a coragem de Frachon. Globoplay

‘Harriet’ (2019)

Heroína na luta contra a escravidão nos EUA, Harriet Tubman morreu em 1913, com estimados 91 anos. A diretora Kasi Lemmons (“Fale comigo”) recria a fuga da fazenda em que era escravizada e a libertação da família. Harriet ( Cynthia Erivo) comandou arriscadas missões de resgate e, na guerra civil, uma tropa que libertou 700 escravizados. Telecine Play.

‘Suprema’ (2018)

A formação de Ruth Bader Ginsburg (1933-2020), ministrada Suprema Corte dos EUA que se tornou ícone pop para mulheres de diversas gerações, é recriada com frescor juvenil pela diretora Mimi Leder (“Impacto profundo”). Felicity Jones (“A teoria de tudo”) encarna bem a tenacidade de RBG (como era conhecida) ao defender sua primeira causa na Suprema Corte, que desencadeou sua batalha legal pela igualdade de gêneros. Prime.

‘Segredos oficiais’ (2019)

Katharine Gun trabalhava como tradutora para a inteligência britânica quando teve acesso a documentos relacionados à pressão dos EUA para que o Conselho de Segurança da ONU aprovasse a invasão do Iraque. Vazo ou não vazo? A atuação de Keira Knightley carrega de angústia o dilema ético de Gun, em suspense político bem conduzido por Gavin Hood (“Infância rubada”). Prime.