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No Brasil, a cada 17 seg acontece uma tentativa de golpe, alerta Serasa

No Brasil, a cada 17 segundos acontece uma tentativa de golpe, alerta Serasa
No Brasil, a cada 17 segundos acontece uma tentativa de golpe, alerta Serasa
  • No Dia Internacional da Internet, a Serasa preparou seis dicas para evitar fraudes;

  • A iniciativa tenta coibir casos como o ocorrido recentemente em Minas Gerais;

  • Entre as dicas, a Serasa alerta para o fornecimento de dados pessoais vias rede sociais.

No Dia Internacional da Internet, a Serasa preparou seis dicas para evitar fraudes. Segundo levantamento realizado pela empresa, a cada 17 segundos uma tentativa de golpe é aplicada no Brasil. A iniciativa tenta coibir casos como o ocorrido recentemente em Minas Gerais, quando um consumidor percebeu que estava sendo envolvido em uma fraude para obter financiamento.

Na última sexta-feira, 4, na cidade de Belo Horizonte, o analista de testes de software Paulo Gonçalves, de 26 anos, estranhou ao receber mensagem do Serasa informando que dois bancos haviam consultado seu score. No mesmo dia, uma floricultura o contatou para entregar um presente. Após realizar a entrega o motoboy da suposta floricultura pediu uma foto do analista para confirmar o recebimento perante a empresa. Paulo desconfiado, gravou toda a entrega e o vídeo viralizou nas redes sociais.

A ação registrada faz parte do conhecido golpe do motoboy. Os golpistas utilizam das falsas entregas de produtos não pedidos para atrair as vítimas e conseguir dados pessoais e fotos por meio de falsos procedimentos. A intenção dos criminosos é aprovar financiamentos por meio de aplicativos de bancos ou corretoras que trabalham com biometria facial

“Neste cenário, o maior desafio é manter-se seguro já que, infelizmente, os golpes são cada vez mais diversificados”, diz Aline Sanchez, responsável pelo Serasa Premium, serviço de monitoramento de dados e prevenção à fraudes.

Confira as seis dicas do Serasa para evitar fraudes na internet:

1. Desconfie de links de origem desconhecida, mesmo quando enviados por pessoas conhecidas: aplicativos mensageiros (como WhatsApp e Telegram) e e-mails são as origens mais comuns de links maliciosos. Antes de clicar, certifique-se sobre a veracidade do conteúdo.

2. Na dúvida, não clique: muitas mensagens despertam gatilhos emocionais nas vítimas, como solidariedade, curiosidade, facilidade, benefícios e outros. Podem ser mensagens do tipo "Sua fatura do mês chegou" ou "Temos uma oferta imperdível". Na dúvida, não clique.

3. Verifique a segurança e autenticidade dos sites de navegação: o crime do furto de dados pessoais pode começar em uma promoção tentadora que remete a uma tela falsa. Um site falso costumeiramente é difícil de ser identificado justamente porque simula a página real. Neste caso, é preciso estar atento a três elementos no endereço eletrônico: se tem o https na URL, o cadeado na barra de navegação e a inscrição site seguro. Se não encontrar, desconfie.

4. Atenção ao "check" de verificado: sempre que entrar em contato com uma empresa verifique se os perfis nas redes sociais têm o "check" verificado ao lado do nome da empresa. Cuidado para não confundir o símbolo oficial, que no Instagram é azul e no WhatsApp é verde, com emojis semelhantes.

5. Cuidado com dados pessoais: não forneça seus dados por meio de e-mail, WhatsApp ou redes sociais, muito menos senhas bancárias, que são de uso privado e exclusivo.

6. Compra on-line? Prefira o cartão virtual: depois que estiver com seu cartão de crédito em mãos e for realizar uma compra on-line, prefira sempre que possível usar o cartão de crédito virtual, disponível no aplicativo das instituições bancárias e que tem dados diferentes para cada transação. Dessa forma, você vai minimizar as chances de sofrer uma fraude, já que não vai disponibilizar as informações de seu cartão físico.