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No ar em 'O Clone', Dalton Vigh recorda fascínio que Said exercia sobre as mulheres: 'Ouvi muito 'Inshallah!' nas ruas'

·4 min de leitura

O apagão nas redes sociais, de dez dias atrás, em nada afetou a rotina de Dalton Vigh. Diferentemente de milhões de usuários pelo mundo, que ficaram impacientes e inconformados por não poderem se comunicar virtualmente por mais de seis horas seguidas, o ator só foi saber do ocorrido pelo noticiário. Para o carioca, de 57 anos, celular é item dispensável.

— Não sou nem um pouco chegado, e estou ficando cada vez mais distante de celular. As pessoas têm um apego a esse negócio que não é normal! Sou de outra época, em que todo mundo se encontrava e interagia, não tinha hater nem discussões ideológicas inúteis. Só pego no celular quando saio de casa. Como está sempre no silencioso, reclamam que é mais fácil falar com o Papa do que comigo (risos) — entrega ele, que curiosamente interpreta um empresário de tecnologia em “As aventuras de Poliana”, em exibição na Netflix, e na sequência “Poliana Moça”, em gravação no SBT.

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Por “sorte”, Vigh estava atento ao telefone quando o Sessão Extra ligou para falar sobre o retorno de “O clone” à Globo, no “Vale a pena ver de novo”. Há exatos 20 anos, ele dava uma virada na carreira ao viver Said Rachid, o genioso e vingativo marroquino que atrapalha o romance entre Jade (Giovanna Antonelli) e Lucas (Murilo Benício) ao casar-se com ela:

— Foi o papel que me projetou. Eu já tinha feito outros trabalhos com boa audiência, mas “O clone” foi um sucesso de novela das oito da Globo. Ainda repercute muito em todos os países onde é exibida, continua sendo meu cartão de visitas.

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Rejeitado pela mocinha da história, Said era festejado pelo público feminino da novela:

— A mulherada adorava! Ouvi muito “Inshallah!” nas ruas (risos). Havia todo aquele ideal romântico em torno de Said, um cara apaixonado, riquíssimo... Isso é sedutor, mexe com a cabeça das pessoas. Eu, particularmente, vejo o sentimento dele por Jade como infantilidade. Mais do que amor, era uma obsessão, pura vaidade: “Como ela ousa não gostar de mim?”.

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Vigh revela que a obra de Gloria Perez quase não foi ao ar:

— A gente já tinha voltado do Marrocos e estava gravando no Rio, quando aconteceu o ataque do 11 de Setembro. Foi um bafafá na emissora, porque estrearia uma novela falando sobre o islamismo logo depois desse atentado. Chegaram a cogitar colocar uma reprise no ar e cancelar a novela. Mas, sabiamente, seguiram em frente. A tragédia acabou despertando o interesse das pessoas em entender mais sobre a cultura oriental.

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Sucesso com as crianças

Apesar de Sr. Pendleton, de “As aventuras de Poliana”, ter sido apresentado como um homem sisudo e misterioso, o protagonista sempre fez sucesso com os pequenos: “É muito legal a repercussão! No clube, sempre tinha pedido para fotos. No zoológico, rolou um tumulto quando as crianças me reconheceram”.

O que vem por aí

Em “Poliana Moça”, ainda sem previsão de estreia no SBT, o personagem preservará sua essência, mas surgirá “mais palatável”, ele adianta. “A relação com a filha melhora. Ele vai ter que provar que ela pode confiar nele. E a novela já começa com ele namorando. Mais do que isso não posso falar, senão estraga a surpresa”, diz Vigh.

Homem-Aranha ganha

David e Arthur, de 5 anos, gêmeos que são fruto da união de Vigh com a atriz Camila Czerkes, ainda não se ligam nos trabalhos do papai: “Já mostrei a eles algumas cenas minhas, mas os dois estão na fase dos desenhos animados. Gostam muito mais do Homem-Aranha do que de mim (risos). Não dá pra competir, né? Super-herói faz cena de ação, novela é só falatório”.

Um clone em casa

O ator, que não expõe os rostinhos dos filhos na internet, conta que tem um clone próprio dentro de casa: “Arthur é uma cópia minha. Todo mundo olha pra ele e diz: ‘É a sua cara!’. Ele e David não são gêmeos idênticos”.

Trabalho pós-pandemia

Os meninos se habituaram com a presença do pai em casa, durante a pandemia da Covid: “Agora, quando eu me despeço para gravar, eles reclamam. Eu digo: ‘Vão se acostumando, porque se melhorar (o cenário pandêmico), vai piorar (a ausência)”.

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