Mercado fechado
  • BOVESPA

    129.441,03
    -635,14 (-0,49%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.286,46
    +400,13 (+0,79%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,78
    +0,49 (+0,70%)
     
  • OURO

    1.879,50
    -16,90 (-0,89%)
     
  • BTC-USD

    35.885,85
    +717,20 (+2,04%)
     
  • CMC Crypto 200

    924,19
    -17,62 (-1,87%)
     
  • S&P500

    4.247,44
    +8,26 (+0,19%)
     
  • DOW JONES

    34.479,60
    +13,36 (+0,04%)
     
  • FTSE

    7.134,06
    +45,88 (+0,65%)
     
  • HANG SENG

    28.842,13
    +103,25 (+0,36%)
     
  • NIKKEI

    28.948,73
    -9,83 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    13.992,75
    +33,00 (+0,24%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1926
    +0,0391 (+0,64%)
     

Niterói registra 486 novos empregos em março, mas comércio tem retração

·1 minuto de leitura

NITERÓI — Com 4.012 contratações e 3.526 demissões, Niterói fechou o mês de março com um saldo de 486 trabalhadores a mais no mercado. Nos últimos 12 meses, em razão do fechamento de atividades e serviços em decorrência da pandemia, o saldo ainda é negativo: 1.631 demissões.

Todos os ramos econômicos fecharam março com saldo positivo, mas o de serviços — setor com maior volume de trabalhadores da cidade — foi o principal responsável pelos bons números, com 292 admissões, mais da metade do total.

Apesar de ser o segundo maior empregador da cidade, o comércio teve fraca atividade em março, fechando o mês com somente 27 empregados a mais. A construção e a indústria tiveram saldos de 84 e 66 contratações, respectivamente. A agropecuária, por sua vez, registrou 17 novos empregos.

Em dezembro, como tradicionalmente ocorre devido às festas de fim de ano, o comércio contratou 389 pessoas. No mês seguinte, também como de praxe, essas admissões foram revertidas em demissões, resultando em menos 388 trabalhadores. Em fevereiro, o setor esboçou uma tímida reação, ao contratar 32 funcionários. E as 27 vagas preenchidas ao longo de março mantiveram-no em marcha lenta.

Para Charbel Tauil, presidente do Sindicato dos Lojistas de Niterói (Sindilojas), “tudo indica que o Caged de abril será catastrófico devido à suspensão de atividades comerciais” decorrentes da piora da pandemia no período.

— Precisamos de uma política municipal de incentivo ao comércio mais ampla. Apesar do Empresa Cidadã (programa assistencial implementado pela prefeitura), as empresas não estão conseguindo sobreviver. No Centro, há galerias onde mais da metade das lojas faliu — lamenta Charbel.

SIGA O GLOBO-BAIRROS NO TWITTER (OGlobo_Bairros)