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Niterói lança moeda social que vai beneficiar 27 mil famílias

·2 minuto de leitura

A cidade de Niterói terá uma moeda social própria para impulsionar a economia local. Nesta quinta-feira, o prefeito Axel Grael apresentou a mensagem-executiva que cria a Moeda Social Arariboia. Em conversa com o EXTRA, o prefeito contou mais detalhes sobre o programa que, segundo ele, é o maior do Brasil. Os números apresentados pelo prefeito são bem expressivos: o programa, se aprovado na Câmara, terá investimentos anuais de R$ 68 milhões e beneficiará 27 mil famílias niteroienses. Isso porque cada Arariboia vai corresponder R$ 1. A expectativa é de que a moeda já esteja em circulação em outubro.

E quem são os elegíveis ao recebimento da moeda? Grael explica que serão as pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal.

— O limite de crédito mensal é de R$ 540, o que representa R$ 90 para cada membro de uma família com seis pessoas, mas somente uma pessoa poderá receber — explica o prefeito, que avalia ser esta a melhor forma de retomar a economia e reduzir a pobreza no município. A estimativa é de tíquete médio de R$ 300 por família.

A Moeda Arariboia será paga via cartão, assim como o Bolsa Família, e somente poderá ser usada em estabelecimentos credenciados em Niterói e que façam efetivamente parte da economia local, como padaria, mercadinhos, hortifrutis e pequenos produtores, por exemplo, fazendo o dinheiro circular dentro da própria comunidade.

Desta forma, diz Axel Grael, o efeito econômico no município será ampliado.

— O programa vai movimentar a economia da cidade como um todo, mas trazendo a comunidade junto com o processo de desenvolvimento. Esse é um dos passos que daremos para que a cidade retome a sua normalidade o mais rápido possível e que o momento pós Covid-19 seja ainda melhor.

Com a criação da moeda, além do projeto de mitigação dos efeitos econômicos, ainda se espera uma ampliação do cadastro formal de empreendimentos comerciais e a diminuição das desigualdades regionais. Além disso, o projeto prevê a criação de um fundo que vai gerar e operar a moeda social. Para isso será criado um banco social na Zona Norte da cidade.

A cerimônia também contou com a presença dos secretários Américo Diniz (Desenvolvimento Econômico), Ellen Benedetti (Planejamento), Marilia Ortiz (Fazenda), Bira Marques (Executivo) e Anderson Pipico (Participação Popular), da primeira-dama Christa Grael, entre outras autoridades.

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