Mercado abrirá em 7 h 6 min
  • BOVESPA

    108.714,55
    +2.418,37 (+2,28%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.833,80
    -55,86 (-0,11%)
     
  • PETROLEO CRU

    83,88
    +0,12 (+0,14%)
     
  • OURO

    1.803,80
    -3,00 (-0,17%)
     
  • BTC-USD

    62.595,33
    +547,24 (+0,88%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.503,85
    +1.261,17 (+519,68%)
     
  • S&P500

    4.566,48
    +21,58 (+0,47%)
     
  • DOW JONES

    35.741,15
    +64,13 (+0,18%)
     
  • FTSE

    7.222,82
    +18,27 (+0,25%)
     
  • HANG SENG

    26.028,94
    -103,09 (-0,39%)
     
  • NIKKEI

    29.135,68
    +535,27 (+1,87%)
     
  • NASDAQ

    15.577,50
    +81,75 (+0,53%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4303
    -0,0060 (-0,09%)
     

Nick Cave falará sobre morte do filho em livro de entrevistas

·1 minuto de leitura

RIO - O cantor australiano Nick Cave vai fazer um relato sobre os anos de vida após a morte de seu filho. Ele deve abrir o jogo em um novo livro de entrevistas com o jornalista Sean O’Hagan, intitulado "Faith, hope and carnage" ("Fé, esperança e carnificina", em tradução livre).

O filho de Cave, Arthur, morreu em 2015, após cair de um penhasco na cidade de Brighton, onde vivia com o pai. Na ocasião da queda, ele estava experimentando LSD, uma droga alucinógena. Após o ocorrido, o cantor se isolou e quase nunca falou sobre o assunto. No livro, que foi produzido durante a quarentena da pandemia, ele fala sobre o luto, mas tabém sobre temas como fé e arte.

“Foi um prazer estranho e ancorador conversar com Sean O’Hagan nestes tempos incertos”, disse Cave ao jornal "The Guardian. O cantor tambem indicou que não pretende falar mais sobre esse período de sua vida.

Desde 2018, Cave tem usado seu boletim informativo semanal The red hand files para responder a perguntas de seus fãs. Em agosto, ele relembrou a sua relação com a Mercearia São Pedro, bar tradicional da Vila Madalena, em São Paulo, após boatos (depois desmentidos) de que o estabelecimento iria fechar. O australiano, que viveu na capital paulista no início dos anos 1990 com sua então companheira brasileira, Viviane, e seu outro filho, Luke, era frequentador assíduo do estabelecimento.

"Aqueles dias na Mercearia eram simples e bons", escreveu ele. "Foram os melhores momentos de todos. (...) um pedaço da alma da Vila Madalena se perderá quando eles demolirem aquele lugar, e um pedaço meu também".

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos