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Nicarágua recebe doação de vacinas russas Sputnik V para doentes crônicos

·2 minuto de leitura
Funcionária da saúde com vacina russa Sputnik V, em 23 de fevereiro de 2021

A Nicarágua, único país da América Central que não adotou medidas restritivas contra a covid-19, anunciou nesta quarta-feira (24) a chegada de um primeiro lote de vacinas russas Sputnik V, que serão aplicadas a pessoas com problemas crônicos de saúde como insuficiência renal, cardiopatias e câncer.

A Nicarágua recebeu uma "doação inicial de vacinas Sputnik V como um símbolo de amizade e cooperação solidária entre a Federação Russa e o governo da Nicarágua", informou a primeira-dama e vice-presidente, Rosario Murillo, à imprensa oficial, sem especificar o número de doses russas recebidas na terça à noite.

As primeiras doses de vacinas russas serão usadas em grupos de risco ao coronavírus por causa de seus problemas de saúde, como câncer ou problemas cardíacos, de acordo com um plano de vacinação cujo calendário será anunciado posteriormente, anunciou Murillo.

Em janeiro, o governo informou que estava gerenciando a aquisição de 3,8 milhões de doses da vacina Sputnik V para vacinar 1,9 milhão de nicaraguenses.

A Sputnik V é a primeira vacina a chegar à Nicarágua para combater a covid-19, que segundo o governo já infectou 6.445 pessoas, das quais 173 morreram, desde que o primeiro caso foi registrado em março de 2020.

Os baixos níveis de infecção relatados pelo governo são questionados pelo Observatório Cidadão, organização independente, que registra 12.955 casos suspeitos e 2.970 óbitos.

O governo espera receber nos próximos dias 504 mil das 2,6 milhões de vacinas do laboratório AstraZeneca que a Organização Mundial da Saúde (OMS) se comprometeu a fornecer à Nicarágua, no âmbito da aliança Covax, criada para garantir uma distribuição equitativa da dose.

A Nicarágua, com 6,5 milhões de habitantes, também autorizou a compra da vacina indiana chamada COVISHIELD como forma de enfrentar a pandemia, anunciou há dias o Ministério da Saúde.

"À medida que tivermos uma data certa para receber as vacinas de acordo com os programas que temos com a Índia, a Federação Russa e a aliança Covax da OMS, anunciaremos o calendário de vacinação", afirmou Murillo.

O governo da Nicarágua informou em janeiro que pretende imunizar ao menos 55% da população este ano.

bm/gma/bn