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Neymar, apoiador de Bolsonaro, já recorreu a presidente por dívida de R$ 188 mi

***FOTO DE ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 13.06.2021 - Neymar, da seleção brasileira. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***FOTO DE ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 13.06.2021 - Neymar, da seleção brasileira. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O jogador da seleção brasileira Neymar Jr., 30, que declarou nesta quinta-feira (29) apoio à reeleição de Jair Bolsonaro (PL), recorreu ao atual presidente da república, com ajuda de seu pai, para reclamar de uma dívida milionária com a Receita Federal.

O caso ainda não foi resolvido e a dívida, de cerca de R$ 8 milhões, ainda está sendo questionada na Justiça. Em abril de 2019, o pai do atacante, Neymar da Silva Santos, se encontrou com Bolsonaro para "prestar esclarecimentos" sobre o processo contra o filho, que tramitava no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

Ele então foi recebido no Ministério da Economia para uma reunião, com o ministro Paulo Guedes e o então secretário especial da Receita, Marcos Cintra, já que o assunto se tratava de "questões tributárias relativas a atividades esportivas".

O encontro aconteceu dias após Neymar Jr. pedir a anulação do processo que cobrava a multa sob a suspeita de omissão de rendimentos do atleta. O processo se iniciou em 2015, e apurava o período de 2011 a 2013, em que eram investigadas possíveis fraudes como omissão de rendimentos do trabalho, omissão de rendimentos de fontes do exterior, omissão de rendimentos pagos pelo clube de futebol espanhol Barcelona, falta de pagamento de Imposto de Renda e outras.

Inicialmente, o montante cobrado pela Receita Federal era de R$ 188,8 milhões. Neymar Jr. questionou o valor no Carf, e então, no ano de 2017, o órgão julgou o caso e a dívida pública foi perdoada em 95% do total, por entender que a maior parte das sanções não se aplicavam. A multa passou a ser então de cerca de R$ 8 milhões.

Mesmo assim, o jogador ainda apresentou um recurso especial contra a decisão do Carf, negados no ano de 2019, e recorreu ao Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região, onde o processo ainda aguarda julgamento.