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Neste Setembro Amarelo, Fiocruz investiga suicídio entre crianças e adolescentes

·1 minuto de leitura

Neste mês, em que se faz a campanha Setembro Amarelo, visando a conscientização e a prevenção do suicídio, a Fiocruz promoveu uma pesquisa voltada a identificar comportamentos e ocorrências de suicídio entre crianças e adolescentes.

Essa pesquisa identificou 15.702 notificações de atendimento ao comportamento suicida entre adolescentes nos serviços de saúde, predominando o grupo etário de 15 a 19 anos (76,4%), do sexo feminino (71,6%), e raça/cor da pele branca (58,3%), no período de 2011 a 2014. O estudo aponta a residência como o local mais frequente dessas ocorrências (88,5% de 10-14 anos; 89,9% de 15-19 anos).

No que diz respeito às tentativas em adolescentes, a Fiocruz menciona 12.060 registros entre 2007 e 2016, com predominância do sexo feminino (58,1%) e maior ocorrência na Região Sudeste (2,7 e 7,0 notificações/100 mil habitantes, nos grupos de 10-14 e 15-19 anos, respectivamente).

(Imagem: Jakob Rosen/Unsplash)
(Imagem: Jakob Rosen/Unsplash)

O levantamento parte da análise de dados de Sistemas de Informação de Saúde e entrevistas com adolescentes de Porto Alegre e Dourados (MS), e conseguiu identificar 58 óbitos de crianças brasileiras decorrentes desta causa no período de 2006 a 2017. Já as internações por tentativas de suicídio, no mesmo período, somaram 1.994 casos.

A pesquisa aponta causas como vulnerabilidade no lar (violências, falta de cuidado), histórias familiares de rejeições, maus-tratos físicos, agressões verbais, violência sexual, uso de álcool e drogas. Todos os casos de suicídio e tentativas presentes no estudo têm uma história de suicídio familiar ou envolvendo amigos, colegas, vizinhos ou conhecidos.

Fonte: Canaltech

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