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Nesta etapa da pandemia, crianças e adolescentes precisam ainda mais de proteção

·2 minuto de leitura

Estudos já apontaram que crianças têm menor risco de infecção e transmissão da covid-19, mas isso não quer dizer que elas sejam naturalmente imunes à doença, mesmo em sua forma grave: as mortes pela doença entre crianças e adolescentes até setembro também já superam as do ano passado: entre janeiro e julho de 2021, 15.483 crianças de 0 a 9 anos foram internadas por covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2020, de abril a dezembro, foram 10.352 internações na mesma faixa etária.

A campanha de vacinação no Brasil ainda não inclui o público infantil, que justamente por isso se encontra mais exposto à covid-19 agora do que no auge da pandemia. De acordo com os especialistas, cabe aos adultos proteger essa população para evitar um grande número de casos e internações. Os profissionais da área da saúde ressaltam que, apesar dos perigos da volta às aulas, a transmissão costuma ocorrer por meio dos próprios familiares.

Alguns dados apontam que as crianças e os adolescentes estão sofrendo mais agora com a doença do que em outros momentos da pandemia. Além dos números fornecidos pelo Ministério da Saúde, a CNN averiguou que o número de internações por covid de crianças e adolescentes entre 0 e 19 anos no Brasil em 2021 foi de 17.299, o que representa um aumento de 18,2% em relação às 14.638 internações de 2020.

(Imagem: Prostock-studio/Envato Elements)
(Imagem: Prostock-studio/Envato Elements)

Vale observar, ainda, que o último Boletim Sivep-Gripe, da Fundação Oswaldo Cruz, divulgado na semana passada, mostra que as internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associadas à covid chegaram ao mais baixo patamar da pandemia no país, mas no que diz respeito a crianças e adolescentes (de 0 a 9 anos e 10 a 19 anos) há uma estabilização dos casos, ou seja: não sobem, mas também não caem.

Além disso, o potencial da variante Delta vem preocupando os pediatras. Nas visão desses especialistas, o país pode ter um aumento proporcional de casos de covid entre as crianças justamente por causa da variante. Segundo eles, é natural haver um aumento significativo de casos nas crianças por elas não estarem vacinadas, e a saída é apostar na prevenção da doença.

Fonte: Canaltech

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