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Nem um, nem outro: Sem meias criativos, Fluminense peca nas transições ofensivas

·1 minuto de leitura


Nesta temporada, o Fluminense conta com peças importantes no meio de campo. Os volantes Yago Felipe e Martinelli demonstram entrosamento e dão segurança na marcação e desarmes. No entanto, mesmo com o desempenho dos jogadores, o setor encontra dificuldades na parte central com a dificuldade de Nene, Ganso e Cazares de fazer a transição ofensiva.

Embora tenha sido essencial no ano passado, Nene foi perdendo ritmo em 2021. Atuando pelo meio, (e por vezes pela esquerda), o jogador não consegue armar jogadas como esperado. Muitas vezes errando passes para o ataque e finalizações, sua maior contribuição para o time tem sido os gols de bola parada, que não ocorrem toda hora. Quando atua pelo lado, inviabiliza a presença de Gabriel Teixeira e deixa o meio exposto.

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Por outro lado, Ganso não mostra capacidade para resolver o problema da ofensividade nos raros momentos em que entra em campo. O reserva do camisa 77 atua de forma previsível, apesar de ter regularidade técnica. Em alguns momentos, sequer se faz presente para construir lances no ataque.

Entendendo as limitações de Nene e Ganso, o Tricolor contratou Cazares para reforçar a posição. Após fazer bons jogos de início, o equatoriano foi deslocado à ponta direita em algumas partidas, mas não rendeu. Voltando à posição de origem, não proporcionou melhores oportunidades para o ataque.

Desta forma, a dinâmica do elenco precisou passar por mudanças. Yago Felipe, considerado o pilar do meio-campo, passou a fazer transições e a tentar finalizar mais vezes. Caio Paulista, pela velocidade e capacidade de adiantar jogadas, também constrói para o elenco. Ainda assim, a carência de um meia criativo é sentida pelo time, que consegue aproveitar poucas chances de gols.

*Estagiária sob a supervisão de Victor Mendes

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