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Negociações sobre estímulo nos EUA mascaram profunda divisão

Erik Wasson e Billy House
·2 minutos de leitura

(Bloomberg) -- A última tentativa do Partido Democrata e da Casa Branca de reiniciar as negociações sobre um novo estímulo gerou ceticismo no Congresso de que um acordo possa ser alcançado e transformado em lei antes das eleições presidenciais em 3 de novembro.

Ambos os lados desistiram em grande parte das negociações de estímulo após um impasse de semanas, mesmo em meio aos sinais de tensão nos mercados financeiros. Mas, na quinta-feira, surgiram sinais de movimentação dos esforços de alívio da pandemia, já que o prazo do Congresso está se esgotando.

A presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, mostraram disposição na quinta-feira para retomar as negociações interrompidas em agosto. Separadamente, democratas da Câmara começaram a trabalhar no que seria uma proposta de estímulo de cerca de US$ 2,4 trilhões e que poderia ser levada para as negociações.

O novo plano do Partido Democrata está praticamente em linha com a última oferta feita por Pelosi e pelo líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, apresentada para Mnuchin e o chefe de gabinete da Casa Branca, Mark Meadows, que foi rejeitada pelo governo. Menor do que o pacote de US$ 3,4 trilhões aprovado pela Câmara em maio, a ajuda ainda é superior aos US$ 1,5 trilhão que o presidente Donald Trump indicou que aceitaria, e muito maior do que os US$ 650 bilhões em novos gastos apoiados por republicanos do Senado.

Kevin Brady, deputado do Texas e principal republicano no comitê de redação de impostos da Câmara, considerou a iniciativa de redigir um projeto de lei exclusivo dos democratas “uma perda de tempo”.

“Isso não nos deixa um centímetro mais perto”, disse Brady.

Mesmo que um acordo não possa ser alcançado até o dia da eleição, alguns democratas têm esperança de aprovar um projeto de estímulo durante a sessão pós-eleitoral. Eles argumentam que, se os republicanos perderem o controle do Senado, podem estar menos preocupados em ganhar o argumento político sobre segurar gastos.

O plano democrata poderia ser votado na próxima semana, embora autoridades afirmem que não houve decisão quanto a levá-lo ao plenário.

O líder da maioria na Câmara, Steny Hoyer, disse na quinta-feira que o foco principal continua sendo chegar a um acordo com Mnuchin e com o Senado antes da pausa do Congresso.

Pelosi está sob pressão há semanas para propor outro plano de estímulo diante de democratas da Câmara que buscam a reeleição em distritos muito divididos. Cerca de uma dúzia de democratas moderados ameaçaram apoiar uma medida processual dos republicanos para forçar uma votação no plenário da Câmara sobre o alívio às pequenas empresas.

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