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Naves perto de Vênus poderiam identificar asteroides perigosos com antecedência

Uma equipe de pesquisadores liderada por Li Xiangyu, do Instituto de Tecnologia de Pequim, junto de membros de outras instituições, propôs um novo sistema para a identificação de asteroides perigosos. Eles sugerem que seis naves de monitoramento sejam posicionadas em órbitas parecidas com a de Vênus para, assim, alertarem com antecedência a aproximação de possíveis rochas perigosas.

Até o momento, há cerca de 2 mil asteroides potencialmente perigosos (“PHA”, na sigla em inglês) conhecidos. O nome descreve os asteroides com potencial para realizar aproximações perigosas da Terra, ou seja, aqueles cujas órbitas os trazem para 7,5 milhões de quilômetros da Terra, e com brilho que sugere pelo menos 100 m de diâmetro.

Há cerca de 2 mil asteroides potencialmente perigosos conhecidos (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)
Há cerca de 2 mil asteroides potencialmente perigosos conhecidos (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)

Chamada de "missão CROWN”, a empreitada iria envolver uma constelação de seis naves de monitoramento, junto de uma nave-mãe que iria detectar, monitorar e oferecer um sistema de alerta antecipado para os PHAs. Após liberar as naves de monitoramento com telescópios ópticos, a nave-mãe ficaria em um Ponto de Lagrange (uma área com estabilidade gravitacional) entre Vênus e o Sol, para facilitar a comunicação.

Os pesquisadores descobriram que órbitas parecidas com a de Vênus oferecem cobertura melhor para o espaço “dentro” da órbita da Terra. Eles chegaram a esta conclusão em resposta a uma comparação com uma nave de vigilância posicionada no Ponto de Lagrange 1 no sistema Terra-Sol, um ponto de estabilidade gravitacional a cerca de 1,5 milhão de km do nosso planeta.

Segundo a equipe, a constelação poderia oferecer alertas eficientes e antecipados para quase todos os asteroides potencialmente perigosos — dos 2.072 asteroides perigosos conhecidos, apenas quatro deles ficariam invisíveis para a missão, com duração estimada de cinco anos.

O artigo com os resultados do estudo foi publicado na revista Space: Science & Technology.

Fonte: Canaltech

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