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Nave Crew Dragon será modificada para receber tripulante extra, se necessário

Uma cápsula Crew Dragon, da SpaceX, vem passando por algumas alterações para levar mais um tripulante a bordo, além dos quatro com assentos já reservados, caso haja necessidade. A mudança faz parte dos planos de “resgate” de alguns dos astronautas na Estação Espacial Internacional (ISS) após a falha no circuito da nave Soyuz MS-22, acoplada ao laboratório orbital.

Devido à falha no componente, a MS-22 não pode ser usada para o retorno dos astronautas à Terra — a menos que ocorra algo excepcional, como uma emergência. Assim, a NASA planejou mudar nesta quarta-feira (18) o assento do norte-americano Frank Rubio, que seria a bordo de uma nave russa Soyuz, para a Crew Dragon “Endurance”, que levou os astronautas da missão Crew-5 à ISS.

Fluxo observado na Soyuz MS-22 devido à falha no circuito de resfriamento (Imagem: Reprodução/NASA TV)
Fluxo observado na Soyuz MS-22 devido à falha no circuito de resfriamento (Imagem: Reprodução/NASA TV)

A nave foi lançada ao laboratório orbital no ano passado com quatro assentos instalados, um para cada astronauta da missão. Mas, como as cápsulas Dragon são desenhadas para levar até sete tripulantes a bordo, ela tem espaço suficiente para acomodar Rubio, se for necessário.

Já a MS-22 será usada somente como “bote salva-vidas” se houver algum imprevisto antes da chegada da Soyuz MS-23, que chegará à ISS somente em fevereiro. É aqui que entra a mudança dos assentos: devido à situação da nave, é mais seguro ela levar apenas dois astronautas, ao invés de três. Pode não parecer, mas esta pequena mudança protegerá melhor os tripulantes por reduzir a carga térmica no interior da MS-22.

Com as alterações, Rubio e os cosmonautas Sergey Prokopyev e Dmitry Petelin devem permanecer em órbita por mais tempo do que o planejado originalmente. “O plano é que Frank, Dimitri e Sergey fiquem em órbita por pelo menos mais alguns meses até voltarem para casa, provavelmente no fim de setembro”, observou Dina Cotella, gerente de integração de operações da ISS na NASA.

Fonte: Canaltech

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