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Nasa seleciona conceitos para produção de energia nuclear na Lua

A NASA e o Departamento de Energia dos EUA (DOE) estão trabalhando juntos para avançar o desenvolvimento da tecnologia nuclear para fins espaciais. As agências anunciaram nesta terça-feira (21) a seleção de três conceitos para um sistema de geração de energia de superfície baseado em fissão nuclear, que poderia estar pronto para uma demonstração na Lua até o final desta década. A tecnologia beneficiaria os esforços de exploração Lunar no programa Artemis.

Os contratos, a serem concedidos por meio do Laboratório Nacional de Idaho do DOE, estão avaliados em aproximadamente US$ 5 milhões. Eles financiarão o desenvolvimento de conceitos iniciais para um sistema de fissão com capacidade de cerca de 40 quilowatts, planejado para durar pelo menos 10 anos no ambiente lunar.

Relativamente pequenos e leves em comparação com outros sistemas de geração de energia, os sistemas de fissão são confiáveis ​​e podem produzir energia contínua independentemente da localização, luz solar disponível e outras condições ambientais naturais. A tecnologia funciona dividindo os átomos de elementos radioativos, como o Urânio 235, processo que libera imensas quantidades de energia. É o mesmo princípio usado em usinas nucleares aqui na Terra, como Angra I e II no Brasil,

Ilustração de um sistema de fissão nuclear na superfície da Lua. Imagem: NASA
Ilustração de um sistema de fissão nuclear na superfície da Lua. Imagem: NASA

“O projeto Fission Surface Power é um primeiro passo muito viável para os Estados Unidos estabelecerem energia nuclear na Lua”, disse o diretor do Laboratório Nacional de Idaho, John Wagner. “Estou ansioso para ver o que cada uma dessas equipes realizará.”

O Laboratório Nacional de Idaho concederá contratos de 12 meses às empresas selecionadas para o desenvolvimento de suas propostas. São elas a Lockheed Martin, em parceria com a BWXT e Creare, a Westinghouse, em parceria com a Aerojet Rocketdyne e a IX (uma joint-venture entre a Intuitive Machines e X-Energy), em parceria com a Maxar e Boeing.

Esta “Fase 1” do projeto fornecerá à NASA informações críticas que podem levar ao desenvolvimento conjunto de um sistema de energia de fissão nuclear completo certificado para missões espaciais.

Os projetos também ajudarão a NASA a amadurecer os sistemas de propulsão nuclear que dependem de reatores para gerar energia. Esses sistemas podem ser usados ​​para missões de exploração do espaço profundo.

Fonte: Canaltech

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