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NASA segue tentando ressuscitar o telescópio espacial Hubble, ainda sem sucesso

·2 min de leitura

No fim de outubro, o telescópio espacial Hubble sofreu uma falha de sincronização e entrou no modo de segurança, ficando com as operações científicas suspensas. Enquanto os oficiais da NASA seguem investigando possíveis motivos por trás do problema, a agência espacial afirma que os instrumentos do telescópio emitiram códigos de erro no dia 23 de outubro e, após uma reinicialização, retomaram as observações científicas brevemente. Contudo, os erros voltaram a aparecer, suspendendo novamente os trabalhos.

Os códigos de erro mostraram a perda de uma mensagem de sincronização específica, que continha informações de tempo necessárias para os instrumentos responderem corretamente a solicitações de dados e comandos. Assim, a equipe decidiu reinicializar os instrumentos e conseguiram retomar as operações científicas na manhã seguinte. Mas, durante a madrugada do dia 25, os instrumentos científicos do Hubble liberaram códigos de erro novamente.

Desta vez, os códigos indicaram perdas múltiplas das mensagens de sincronização, o que fez com que os instrumentos entrassem no modo de segurança autonomamente, como foram programados para fazer, enquanto os controladores em solo decidem qual será o próximo procedimento a ser adotado na tentativa de retomar as operações do telescópio. Como a reinicialização simples não resolveu o problema, será preciso realizar uma análise mais aprofundada do ocorrido.

Agora, os membros da missão estão analisando os dados do telescópio e diagramas de sistema para entender melhor o problema de sincronização e descobrir como resolvê-lo, além de desenvolver e testar procedimentos de coleta de dados adicionais. De acordo com a NASA, essas atividades podem levar pelo menos uma semana para serem realizadas. A boa notícia é que, mesmo com os instrumentos no modo de segurança, o contato entre os controladores em solo e o Hubble continua — ou seja, ainda há esperança de o telescópio veterano voltar à vida.

Fonte: Canaltech

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