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NASA quer realizar o primeiro teste de voo com o foguete SLS ainda neste ano

Danielle Cassita
·3 minuto de leitura

Nesta semana, a NASA avançou mais uma etapa em direção ao primeiro voo do foguete Space Launch System (SLS), que será usado para as missões do programa Artemis. O núcleo do poderoso veículo foi removido do estande de testes para ser transportado ao Kennedy Space Center, e deverá chegar lá no fim do mês. Assim, serão iniciados os últimos preparativos para o teste de voo ao redor da Lua, sem tripulação, que talvez ocorra ainda em 2021.

O núcleo, que mede mais de 60 m de altura, passou por um teste de cerca de oito minutos de duração em março. Ao fim do procedimento, o próximo passo foi limpar os motores e desconectar os cabos que conduzem propelente e gás ao foguete. Por fim, apesar de alguns atrasos causados pelas condições climáticas, as equipes conseguiram remover o estágio do estande de testes — que, aliás, é o mesmo usado para os testes do foguete Saturn V, utilizado nas missões do programa Apollo.

O estágio central do SLS erguido do estande de testes B-2 (Imagem: Reprodução/NASA)
O estágio central do SLS erguido do estande de testes B-2 (Imagem: Reprodução/NASA)

A equipe do SLS planejava transportar o foguete com a embarcação Pegasus, que já foi usada para transportar os tanques de combustível dos ônibus espaciais. Agora que os preparativos para o primeiro voo serão iniciados, a NASA ainda conta com a possibilidade de lançar a missão Artemis 1, com o foguete SLS e a cápsula Orion ainda não tripulada, até o fim do ano. Para Steve Jurczyk, administrador interino da agência espacial, isso pode acontecer no final de outubro — se tudo correr perfeitamente.

Por outro lado, as coisas não costumam acontecer exatamente conforme o planejado quando o assunto são foguetes novos — tanto que ele reconhece o tamanho do desafio que será preparar o foguete para voar em outubro ou novembro. Por isso, um cronograma um pouco mais realista seria esperar que o lançamento aconteça somente nos primeiros meses do ano que vem. Mesmo assim, a expectativa é grande: para Cliff Lanham, gerente sênior de operações de veículos, o núcleo do SLS é a “próxima grande peça do quebra-cabeças” que faltava.

É que os outros componentes do SLS e da espaçonave Orion já haviam sido levados ao Kennedy Space Center e, agora, vem a montagem: “a primeira parte é montar os propulsores e preparar a Orion, e estamos trabalhando nisso”, disse. “Com o núcleo, os propulsores parecem ‘encolher’, porque temos um estágio de mais de 60 m de altura a caminho”, relatou. Depois que o núcleo chegar, as equipes irão conectá-lo a cada propulsor, além de instalar o estágio superior e um adaptador para a nave Orion.

Representação do Space Launch System com o estágio central,os propulsores, estágio superior e a cápsula Orion sendo instalada (Imagem: Reprodução/NASA)
Representação do Space Launch System com o estágio central,os propulsores, estágio superior e a cápsula Orion sendo instalada (Imagem: Reprodução/NASA)

Quando estiver completamente montado, o foguete receberá um modelo da cápsula para passar pelos testes de ressonância estrutural; somente depois disso é que a verdadeira nave será instalada na parte superior do veículo. Com a Orion integrada, o SLS chegará a 98 m de altura, e seus quatro motores RS-25, junto dos propulsores sólidos, serão capazes de gerar 8,8 milhões de libras de empuxo. O veículo poderá transportar 27 toneladas métricas de massa para a Lua, uma capacidade maior do que a de qualquer outro foguete atual.

O SLS é uma parte crucial do programa Artemis, que tem o objetivo de levar astronautas outra vez para a superfície lunar em 2024. A ideia é que o foguete gigantesco transporte a tripulação para a órbita da Lua com a cápsula Orion. Na semana passada, a NASA escolheu a SpaceX para desenvolver o módulo de pouso que será usado para levar os astronautas da órbita à superfície lunar na primeira missão do programa.

Fonte: Canaltech

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