Mercado abrirá em 5 h 53 min
  • BOVESPA

    113.031,98
    +267,72 (+0,24%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.638,36
    -215,01 (-0,44%)
     
  • PETROLEO CRU

    88,50
    -0,91 (-1,02%)
     
  • OURO

    1.795,70
    -2,40 (-0,13%)
     
  • BTC-USD

    24.017,59
    -167,30 (-0,69%)
     
  • CMC Crypto 200

    569,53
    -21,24 (-3,59%)
     
  • S&P500

    4.297,14
    +16,99 (+0,40%)
     
  • DOW JONES

    33.912,44
    +151,39 (+0,45%)
     
  • FTSE

    7.509,15
    0,00 (0,00%)
     
  • HANG SENG

    19.835,96
    -204,90 (-1,02%)
     
  • NIKKEI

    28.868,91
    -2,87 (-0,01%)
     
  • NASDAQ

    13.657,25
    -24,00 (-0,18%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1758
    -0,0027 (-0,05%)
     

NASA quer levar cientistas de volta ao espaço

A NASA está considerando enviar cientistas altamente especializados em missões privadas para trabalharem junto dos astronautas na Estação Espacial Internacional (ISS). A ideia foi anunciada durante uma apresentação de Craig Kundrot, diretor da divisão de ciências biológicas e físicas da agência espacial, e permitirá que os próprios cientistas conduzam estudos que, normalmente, seriam realizadas remotamente pelos astronautas.

"Queremos levar os cientistas de volta ao espaço", disse Kundrot, em referência aos especialistas em cargas úteis (Payload Specialists) que voavam nas missões dos ônibus espaciais. Apesar de não serem astronautas profissionais, estes cientistas e engenheiros acompanhavam as missões para conduzir pesquisas científicas. Para isso, ele observou que a NASA está buscando formas de fazer isso novamente em um mundo comercial, com missões privadas.

O engenheiro Charles Walker esteve a bordo de diferentes missões dos ônibus espaciais para conduzir experimentos na microgravidade, representando a empresa McDonell Douglas (Imagem: Reprodução/NASA)
O engenheiro Charles Walker esteve a bordo de diferentes missões dos ônibus espaciais para conduzir experimentos na microgravidade, representando a empresa McDonell Douglas (Imagem: Reprodução/NASA)

É aqui que entra a iniciativa Commercially Enabled Rapid Space Science (CERISS), que poderá levar cientistas à estação para conduzir pesquisas na órbita baixa da Terra, que seriam difíceis até mesmo para os astronautas mais treinados na área. Para transformar a CERISS em realidade, a agência espacial está buscando apoio financeiro para o próximo ano fiscal.

A CERISS deverá começar com solicitações de informação ("RFI", na sigla em inglês), e a primeira delas será direcionada aos recursos de pesquisa para uso na órbita baixa da Terra que as empresas já têm prontos ou que estão desenvolvendo. Depois, uma futura RFI será voltada para os pesquisadores determinarem quais áreas podem ser beneficiadas por cientistas realizando suas próprias pesquisas em órbita.

Futuramente, a NASA vai usar os dados das RFIs para financiar as propostas para o desenvolvimento de hardware de pesquisa e recursos de análise. A etapa seguinte será o apoio financeiro para pesquisas em órbita, realizadas com os recursos e viagens de cientistas ao laboratório orbital.

Neste caso, Kundrot sugeriu a possibilidade de cientistas voarem à estação para trabalharem junto dos astronautas da NASA. “Durante esse período, o investigador vai trabalhar junto de um astronauta da NASA, que estará aprendendo ao lado dele; quando o pesquisador voltar ao solo, seu parceiro da NASA pode continuar o trabalho”, explicou.

A vantagem de levar cientistas à estação por meio de missões comerciais é que isso poderia acelerar o ritmo das pesquisas: afinal, os cientistas estarão na estação, e não iriam precisar esperar os resultados dos experimentos serem levados à Terra para só depois analisá-los. “Em algumas disciplinas, isso poderia facilmente produzir um aumento de 10 vezes na velocidade das pesquisas, e de até 100 vezes”, ressaltou ele.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos