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NASA deve atingir hoje asteroide em teste contra ameaças espaciais

NASA deve atingir um asteroide para testar o potencial tecnológico humano contra um corpo celeste (Getty Image)
NASA deve atingir um asteroide para testar o potencial tecnológico humano contra um corpo celeste (Getty Image)
  • NASA realizará colisão às 20h14 no horário de Brasília

  • Missão DART entrou em operação há dez meses

  • Agência quer testar o poder da ação humana contra asteróides

Na noite desta segunda-feira (26), a NASA pretende atingir um asteroide para testar o potencial tecnológico humano contra um corpo celeste que poderia entrar em colisão com a Terra em algum momento.

Quase um ano após o lançamento, a DART (Missão de Teste de Redirecionamento de Asteroide Binário) deve colidir às 20h14 no horário de Brasília com a lua Dimorphos, que orbita o asteroide Didymos. Ao todo, já foram gastos US$ 330 milhões no programa.

"[Essa missão] não vai destruir o asteroide. Não vai transformá-lo em um monte de cacos", explica Nancy Chabot, cientista planetária que administra a iniciativa.

A agência espacial norte-americana afirma que o impacto criará uma cratera com dezenas de metros de largura, o que pode lançar um milhão de quilos de rocha e poeira no espaço.

Caso a missão seja um sucesso, a cratera que deve ser criada na Dimorphos pode gerar pela primeira vez na história uma chuva de meteoros criada artificialmente pela ação humana.

Apesar da NASA alegar que não há chance alguma que qualquer um dos asteroides represente um perigo para a Terra agora ou no futuro, os cientistas querem se precaver para qualquer imprevisto que possa ocorrer em algum momento.

“Os modelos preveem que o evento vai acontecer em dois minutos, e é importante capturarmos isso conforme as propriedades do momento do impacto nos dão informações sobre ele, como um todo”, ressalta Dora Föhring, astrônoma da ESA.

As imagens devem carregar dados importantes sobre a colisão. “Quanto mais material for ejetado do asteroide, maior a quantidade de material disponível para refletir a luz solar, aumentando o brilho no céu”, acrescentou Föhring.