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NASA fecha contrato com a SpaceX para lançar elementos da estação lunar Gateway

Danielle Cassita
·2 minuto de leitura

Nesta terça-feira (9), a NASA comunicou que fechou um contrato com a SpaceX no valor total de U$ 331,8 milhões para que a empresa de Elon Musk lance os dois módulos fundamentais da futura estação lunar Gateway. O lançamento será feito com o foguete Falcon Heavy, e o contrato também vale para outros custos relacionados a missão. Tudo deverá ocorrer em maio de 2024, no Kennedy Space Center.

A estação orbital Gateway será menor que a Estação Espacial Internacional, e vai funcionar a milhares de quilômetros de distância da superfície lunar. A ideia é que a estação sirva como um ponto de apoio aos futuros astronautas do programa Artemis que vão para a órbita da Lua com a cápsula Orion, além daqueles que irão à superfície do nosso satélite natural. Hoje, a NASA conta com a colaboração de parceiros internacionais no desenvolvimento da estação, como a Agência Espacial Europeia e a JAXA, agência espacial do Japão.

Conceito da estação Gateway (Imagem: Reprodução/NASA)
Conceito da estação Gateway (Imagem: Reprodução/NASA)

Assim, a ideia é que o foguete seja utilizado para lançar os módulos Power and Propulsion Element (PPE) e o Habitation and Logistics Outpost (HALO). O PPE é uma nave com sistema de propulsão elétrica solar, ou seja, é alimentado pela energia coletada por painéis solares. Esse elemento irá fornecer energia, comunicação em alta velocidade e, ainda, irá possibilitar mover a estação para diferentes órbitas, permitindo mais acesso do que nunca à superfície lunar.

Já o HALO possui os ambientes pressurizados que serão usados pelos astronautas que visitarem a estação durante a jornada para nosso satélite natural. O módulo irá dar suporte a investigações científicas, vai distribuir energia elétrica e, por fim, vai suplementar os sistemas de suporte à vida da cápsula Orion, que levará astronautas para a estação. Inicialmente, a NASA planejava lançar os dois módulos separadamente, para que fossem acoplados de forma autônoma na órbita.

Pode ser que o foguete precise de estruturas extras para levar a carga útil dos módulos (Imagem: Reprodução/Endgaget)
Pode ser que o foguete precise de estruturas extras para levar a carga útil dos módulos (Imagem: Reprodução/Endgaget)

Contudo, a agência espacial mudou esse posicionamento no ano passado: segundo informações dos oficiais, combinar os módulos e lançá-los de uma só vez iria diminuir os custos, além de reduzir também os riscos de realizar a acoplagem no espaço, de forma autônoma: “economizamos bastante ao colocar os dois módulos juntos em um só veículo de lançamento, além de reduzirmos os riscos técnicos e operacionais para o programa", disse Doug Loverro, que era administrador da exploração humana e operações na NASA na época.

Assim, quando a NASA anunciou essa mudança, foi comunicado haver pelo menos uma empresa capaz de dar suporte aos lançamentos da futura estação, mas sem maiores detalhes. Nisso, o veículo Falcon Heavy, da SpaceX, apareceu como um candidato que atende aos requisitos da missão. Ainda, um relatório publicado em 2020 explicava que a NASA tinha planos para lançar os módulos após maio de 2024, e este novo contrato confirma que o lançamento não deverá acontecer antes disso.

Fonte: Canaltech

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