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NASA escolhe SpaceX para levar novos astronautas à superfície da Lua

Danielle Cassita
·4 minuto de leitura

A NASA segue nos preparativos para levar astronautas outra vez para a superfície lunar com o programa Artemis — e, se tudo correr conforme o planejado pela agência espacial, a primeira mulher e o próximo homem deverão pisar lá em 2024. Para isso, a NASA revelou, nesta sexta-feira (16), que a SpaceX foi a empresa escolhida para avançar o desenvolvimento do primeiro lander comercial humano (HLS), que levará os astronautas para a superfície lunar nesta década.

Em 2019, a agência espacial anunciou o programa NextSTEP, parte do Artemis. Sob essa iniciativa, 11 empresas foram escolhidas para criar um protótipo do módulo lunar que irá levar os astronautas da nave em órbita à superfície da Lua e vice-versa. Várias companhias se inscreveram e, no ano passado, a NASA selecionou a SpaceX, Blue Origin e Dynetics para avançar seus projetos. Assim, as empresas aprimoraram seus conceitos de landers neste período, enquanto a agência avaliou quais poderiam realizar missões iniciais de demonstração.

Com a escolha da SpaceX, o lançamento da tão aguardada missão vai se desenrolar da seguinte forma: o foguete Space Launch System (SLS), da NASA, será usado para transportar quatro astronautas com a espaçonave Orion. Eles vão viajar até a órbita lunar e, ao chegar lá, dois tripulantes serão transferidos ao lander lunar, que agora sabemos ser da SpaceX, para a etapa final da jornada, que é a alunissagem propriamente dita. Os astronautas devem passar sete dias em nosso satélite natural e, depois, vão voltar ao módulo para retornar à órbita, embarcar na Orion outra vez e iniciar a viagem de volta para casa.

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A versão HLS do veículo Starship, que ainda vem sendo testado pela companhia de Elon Musk contará com uma cabine espaçosa para a tripulação e duas travas de ar para os astronautas realizarem caminhadas espaciais. Além disso, o veículo é alimentado por motores Raptor e herda as características de voo dos foguetes Falcon e da nave Dragon. Ele foi projetado para ser um sistema completamente reutilizável de lançamentos e pousos, criado para viajar para a Lua, Marte e outros destinos distantes.

Agora, a SpaceX já está trabalhando com os especialistas da NASA para realizar verificações do design do módulo, para garantir que vai atender os requisitos de performance exigidos e padrões de voos tripulados. Kathy Lueders, administrada associada da diretoria de exploração humana e operações de missão, comentou a escolha: “a NASA e nossos parceiros vão realizar a primeira missão de demonstração no século 21, conforme a agência avança para a igualdade das mulheres e para a exploração de longo prazo no espaço profundo”, disse.

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Já Lisa Watson-Morgan, gerente do projeto HLS no Marshall Space Flight Center, comemorou o momento para a NASA e para a equipe do programa: “durante o programa Apollo, provamos ser possível fazer o que é impossível: pousar humanos na Lua”, disse. “Ao investir em uma iniciativa colaborativa com a indústria enquanto aumentamos a expertise técnica e capacidades da NASA, vamos levar astronautas norte-americanos novamente para a Lua e, dessa vez, para explorar novas áreas por maiores períodos".

A fala de Morgan se refere a alguns dos objetivos do programa Artemis: além dos estudos científicos que serão feitos nas missões, a NASA está trabalhando com seus parceiros para desenvolver tecnologias de pouso de precisão, além de criar recursos de mobilidade para os futuros astronautas explorarem novas regiões lunares. A agência também propõe a construção de habitats e novos sistemas de alimentação, já que a ideia é desenvolver a presença humana e sustentável por lá. Toda essa experiência e conhecimentos irão preparar a NASA e seus parceiros para enviar missões tripuladas para Marte, possivelmente na década de 2030.

Fonte: Canaltech

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