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NASA escolhe 9 tecnologias espaciais para testes em voos comerciais suborbitais

·3 min de leitura

A NASA selecionou nove projetos de tecnologias espaciais para serem testados em voos comerciais suborbitais. Como parte de seu programa TechFlight, a agência espacial busca incentivar o desenvolvimento de ferramentas que poderão inovar as futuras missões espaciais ao conduzir testes na baixa órbita da Terra.

A NASA disponibilizará um total de US$ 5,5 milhões para que os projetos espaciais sejam desenvolvidos. Os voos suborbitais oferecerão muitas das características dos voos orbitais para a demonstração das tecnologias selecionadas, mas sem gerar os mesmos custos de um lançamento para fora da Terra.

A cápsula suborbital New Shepard da Blue Origin pousando com o auxílio de paraquedas (Imagem: Reprodução/Blue Origin)
A cápsula suborbital New Shepard da Blue Origin pousando com o auxílio de paraquedas (Imagem: Reprodução/Blue Origin)

As tecnologias foram escolhidas pelo programa Oportunidades de Voo do Space Technology Mission Directorate (STMD) da NASA, cujo objetivo é desenvolver tecnologias espaciais inovadores para as futuras missões.

O administrador associado adjunto do STMD, Walt Engelund, disse que o programa ajuda a garantir que essas inovações estejam prontas para atender as metas de exploração espacial e de descobertas científicas da agência, “ao mesmo tempo que oferece suporte à infraestrutura espacial comercial”, acrescentou.

Como funciona o programa TechFlight

As organizações selecionadas receberão uma concessão ou acordo colaborativo para comprarem voos comerciais nos EUA de acordo com as necessidades de seus projetos. Os pesquisadores também poderão solicitar o acompanhamento de suas cargas durante os voos suborbitais.

O estudante Nicolas Welker da Carthage College se preparando para conduzir testes de tecnologia em um voo suborbital (Imagem: Reprodução/Zero Gravity Corporation/Steve Boxall)
O estudante Nicolas Welker da Carthage College se preparando para conduzir testes de tecnologia em um voo suborbital (Imagem: Reprodução/Zero Gravity Corporation/Steve Boxall)

Assim como em toda seleção TechFlight, antes de receberem os fundos da NASA, os pesquisadores devem garantir que suas tecnologias atendam a todas as demandas apresentadas pela agência.

As seleções estão distribuídas em quatro áreas temáticas que ajudaram a agência a selecionar as tecnologias que mais atendiam suas demandas. Os temas são:

  • Apoio aos Esforços Nacionais na Lua e no Espaço Cislunar;

  • Incluindo Exploração Humana e Robótica e Descoberta Científica;

  • Capacidades de observação da Terra para apoiar os avanços científicos e os esforços nacionais para enfrentar a mudança climática;

  • Tecnologias que asseguram a liderança nacional no espaço e ajudam o crescimento da indústria do espaço comercial.

Tecnologias escolhidas

As tecnologias selecionadas neste ano pelo programa são:

  • Astrobotic Technology: testará um sistema de detecção de risco baseada em LiDAR. A tecnologia voará no sistema de decolagem e pouso vertical Xodiac, da Masten Space Systems;

  • Blue Origin: demonstrará o uso de pequenos sensores de baixo custo e de banda ultralarga como u a alternativa às atuais tecnologias de encontro e acoplamento. A tecnologia voará a bordo do foguete New Sheperd, da Blue Origin;

  • Carthage College: testará a capacidade de sensores piezoelétricos de identificar com precisão a localização e distribuição de propelentes durante uma transferência em microgravidade entre os depósitos de combustível e naves. A tecnologia voará tanto no G-Force One da Zero Gravity Corporation (Zero-G) e no New Shepard;

  • Center for Applied Space Technology Inc.: avaliará um novo processo e sistema para impressão de células e misturas de bioink para aplicação na produção em larga escala de células vivas e estruturas celulares básicas em 3D. Também voará com o G-Force;

  • Ecoatoms Inc.: testará um novo processo para criar revestimentos de biossensores aproveitando a microgravidade para desenvolver sensores mais sensíveis. A tecnologia voará com o New Shepard;

  • Honeybee Robotics: um sistema testará o comportamento da bolha viscosa em condições de gravidade lunar para aprimorar a compreensão das técnicas de eletrólise com regolito — para extração de oxigênio na Lua. Está planejada para voar com o New Shepard;

  • Universidade Purdue: avaliará uma técnica para modelar o comportamento de um propelente verde menos tóxico que o convencional. A tecnologia, bem como seu pesquisador, voarão com o SpaceShipTwo da Virgin Glactic;

  • San Diego State University: testará um transceptor de antena para garantir uma comunicação lunar confiável mais eficiente do que as atuais tecnologias disponíveis. Ele voará com o balão de alta altitude da Raven Aerostar;

  • Universidade da Flórida: testará um método para reduzir a evaporação de propelente usando a rugosidade da superfície revestida com uma fina película em um tanque de criogênio. A tecnologia voará com o G-Force.

Fonte: Canaltech

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