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NASA enviará 'Libélula robótica' à maior lua de Saturno em busca de alienígenas

NASA enviará “Libélula robótica” a maior lua de Saturno em busca de alienígenas (Foto: NASA via AP)
NASA enviará “Libélula robótica” a maior lua de Saturno em busca de alienígenas (Foto: NASA via AP)
  • A espaçonave da NASA é semelhante a um drone e atingirá uma velocidade de 36 km/h;

  • O astro é o maior candidato candidato para vida alienígena no Sistema Solar, devido a semelhança com a Terra

  • De acordo com a previsão, missão Dragonfly deverá chegar a titã em 2034;

Imersa em uma atmosfera nebulosa que esconde lagos rasos, Titã é a maior lua de Saturno e é o maior candidato para vida alienígena no Sistema Solar, devido a semelhança geográfica com a Terra. Por conta disso, a NASA planeja enviar uma nave semelhante a uma "libélula robótica” para mapear o astro em busca de aliens microscópicos

De acordo com a agência espacial americana, a missão Dragonfly (líbélúla, em inglês) chegará a Titã em 2034, pousando no campo de dunas de Shangri-lá, perto da Cratera SelK. A partir daí, o território alienígena será mapeado por uma “libélula robótica” que vai pesar cerca de 450 kg, com oito rotores de um metro de diâmetro cada. O equipamento é semelhante a um drone de consumo e atinge uma máxima de 36 quilômetros por hora.

Além disso, um sistema de navegação independente teve que ser criado por cientistas, de modo que a espaçonave possa reconhecer riscos e voar e pousar por conta própria. Ele fornecerá vistas aéreas do solo abaixo enquanto mostra a atmosfera nebulosa de Titã. No entanto, a nave passará a maior parte do tempo procurando elementos biologicamente significativos.

Mais precisamente, os pesquisadores querem que a Dragonfly examine a Cratera Selk, local que historicamente foi bombardeado por meteoros. Lá os pesquisadores já descobriram sinais de água líquida, compostos orgânicos e energia que podem alimentar reações químicas.

A iniciativa está dentro do programa Novas Fronteiras da NASA, que fornece financiamento para iniciativas científicas planetárias de médio porte, que não excedam US$ 1 bilhão. Ao todo, quatro missões receberam recursos do programa, a New Horizons, Juno, OSIRIS-REx e Dragonfly.