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NASA e Índia trabalham em satélite que rastreará mudanças na superfície da Terra

Danielle Cassita
·2 minuto de leitura

A NASA e a Indian Space Research Organization (ISRO), a agência espacial da Índia, estão trabalhando na missão NISAR. Trata-se de um satélite do tamanho de um veículo SUV e equipado com a maior antena refletora já lançada pela NASA, que irá rastrear pequenas mudanças na superfície da Terra para identificar sinais de atividade vulcânica, monitorar o suprimento de água e outros objetivos — e tudo isso com a maior resolução já alcançada. O lançamento do satélite deverá ocorrer no próximo ano.

Paul Rosen, cientista de projeto do NISAR, comenta que este satélite permitirá que os cientistas observem como a superfície da Terra está mudando de forma sem precedentes: “vai ser muito importante para cientistas que estão esperando esse tipo de consistência e confiabilidade nas medidas, para entender o que realmente controla os sistemas naturais da Terra, e para as equipes que lidam com desastres naturais”, explica.

Quando estiver em operação, o NISAR vai escanear a Terra a cada 12 dias para produzir imagens do solo, dos lençóis congelados e dos mares, a cada órbita.

O satélite será capaz de identificar movimentos de cerca de 1 cm na superfície terrestre em áreas de quase metade do tamanho de uma quadra de tênis. Para isso, o NISAR vai usar dois tipos de radar de abertura sintética (SAR) para coletar as medidas das mudanças na superfície da Terra. Em março, a equipe do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) recebeu uma parte essencial do equipamento: trata-se do SAR de banda S, que foi fornecida pela Índia. Junto do SAR da banda L, eles formam o “coração” da missão.

Aqui, “S” e “L” se referem ao comprimento de onda do sinal, de 10 cm e 25 cm, respectivamente. Ambos conseguem penetrar através de nuvens e folhas de florestas, o que permite que a missão consiga rastrear mudanças na superfície da Terra durante o dia e a noite, mesmo que o dia não esteja ensolarado. Os dois radares enviam sinais de micro-ondas para a superfície da Terra, e registram o tempo que leva para retornarem e a força com que chegam.

Junto deles, haverá uma antena refletora de quase 12 metros de diâmetro, que será responsável por enviar e receber os sinais da superfície da Terra. Quanto maior a antena, maior será a resolução espacial dos dados obtidos. Agora, nas próximas etapas, os engenheiros e técnicos do JPL e da ISRO vão passar algumas semanas fazendo testes com o radar antes de confirmar que os SARs das bandas L e S funcionam conforme o esperado. Depois, eles vão integrar o SAR da banda S à estrutura do satélite, realizando mais testes posteriormente para verificar o funcionamento do conjunto.

Fonte: Canaltech

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