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NASA divulga belo registro de uma erupção vulcânica noturna na Islândia; veja!

Wyllian Torres
·1 minuto de leitura

No dia 19 de março deste ano, o vulcão Fagradalsfjall, localizado na Islândia, entrou em erupção formando um rio de lava visível a mais de 30 km de distância — e a atividade vulcânica também foi observada a partir do espaço, através da sonda Operational Land Imager (OLI), da NASA, com seu sensor Landsat 8.

A imagem artificialmente colorida foi obtida no último dia 22 deste mês — três dias depois do início da erupção do vulcão — e é composta pela combinação dos dados das ondas curtas e infravermelho próximo do sensor Landsat 8. Nela, é possível observar a nuvem que cobre a fonte de lava do vulcão sendo iluminada como resultado da altíssima temperatura. Embora a observação tenha sido realizada durante a noite, através do infravermelho a lava tornou-se “brilhante”.

As nuvens acima do vulcão são iluminadas pela alta temperatura da lava observadas no infravermelho (Imagem: Reprodução/NASA Earth Observatory/Joshua Stevens/USGS)
As nuvens acima do vulcão são iluminadas pela alta temperatura da lava observadas no infravermelho (Imagem: Reprodução/NASA Earth Observatory/Joshua Stevens/USGS)

A erupção do vulcão era esperada depois de atividades sísmicas na região serem observadas três semanas antes do evento. Em comunicado oficial, a NASA informou que o vulcão apresenta pouco risco para a população próxima, como a capital da Islândia, Reykjavik. Aliás, muitas pessoas têm viajado para observar a erupção de perto e até registros áreas do rio de lava foram obtidos com drones.

À esquerda a imagem antes e, à direita, o depois da erupção do vulcão. através do satélite meteorológico Suomi NPP< da NASA (Imagem: Reprodução/Joshua Stevens/NASA Earth Observatory)
À esquerda a imagem antes e, à direita, o depois da erupção do vulcão. através do satélite meteorológico Suomi NPP< da NASA (Imagem: Reprodução/Joshua Stevens/NASA Earth Observatory)

Especialistas indicam que o fluxo de lava permanecerá pelas próximas semanas e, até o final da atividade vulcânica, muitas outras imagens serão registradas — tanto a partir da superfície, quanto do espaço.

Fonte: Canaltech

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