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NASA contrata mais cinco missões espaciais com a SpaceX

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A NASA contratou mais cinco voos da SpaceX para enviar seus astronautas à Estação Espacial Internacional (ISS). Conforme nota divulgada pela agência nesta última quarta-feira (1), ela solicitou uma modificação no contrato firmado em fevereiro para garantir as missões adicionais, mas sem revelar o valor desta alteração.

Em fevereiro deste ano, a NASA firmou um contrato com a SpaceX de US$ 3,5 bilhões. O acordo garantiu três missões à ISS com a nave Crew Dragon: Crew-7, Crew-8 e Crew-9. À época, a agência espacial informou que mais voos poderiam ser encomendados.

A nave Crew Dragon atracada no módulo Harmony da ISS (Imagem: Reprodução/NASA)
A nave Crew Dragon atracada no módulo Harmony da ISS (Imagem: Reprodução/NASA)

Atualmente, a missão Crew-4 está a bordo da ISS, enquanto a Crew-5 segue prevista para ser lançada em setembro e a Crew-6 em março do ano que vem. Portanto, com os novos voos adquiridos, após o lançamento da Crew-9 a sequência deve continuar até a Crew-14.

Por enquanto, a SpaceX é a única empresa habilitada para levar e trazer astronautas da ISS, mas a NASA já disse que a nave Starliner, da Boeing, pode ser certificada para voos tripulados em breve. Em 25 de maio, a Starliner concluiu seu voo de teste orbital para a estação.

Acesso contínuo à ISS

As atividades a bordo da ISS seguem aprovadas até 2024, mas em janeiro, antes de a NASA contratar mais voos da SpaceX, ela anunciou que a estação espacial funcionará até 2030. No entanto, isto ainda dependerá da aprovação das outras nações que participam da operação do laboratório orbital.

A Boeing concluiu o teste de voo orbital da nave Starliner em 25 de maio (Imagem: Reprodução/Samantha Cristoforetti/ESA)
A Boeing concluiu o teste de voo orbital da nave Starliner em 25 de maio (Imagem: Reprodução/Samantha Cristoforetti/ESA)

Por exemplo, a aprovação da Rússia para esta extensão pode ser difícil, especialmente porque muitos países-membros da ISS desfizeram parcerias com a agência espacial russa (Roscosmos) após a invasão à Ucrânia. Ainda assim, a cooperação entre as nações a bordo da estação seguem relativamente normais.

Hoje, é necessário que as naves tripuladas voem e retornem da ISS pelo menos quatro vezes ao ano — para garantir a manutenção dela e o desenvolvimento da ciência espacial. A Rússia envia seus cosmonautas ao espaço com as naves Soyuz e de vez em quando algum astronauta da NASA pega uma carona com elas.

A NASA contratou a SpaceX e a Boeing em 2014 para transportar seus astronautas à ISS e tem as duas empresas como seus pilares para garantir este acesso contínuo ao espaço. Ainda na nota de quarta-feira, a agência disse que pode precisar dos voos adicionais recém-contratos já em 2026.

A nave russa Soyuz "estacionada" na ISS (Imagem: Reprodução/Domínio público)
A nave russa Soyuz "estacionada" na ISS (Imagem: Reprodução/Domínio público)

Até lá, é bem provável que a Starliner já esteja disponível para realizar os voos tripulados, então mais voos da SpaceX resultariam em certa redundância. A NASA disse que isto dará tempo para cada empresa trabalhar com qualquer imprevisto que possa surgir enquanto elas adquirem mais experiência.

A agência espacial acrescentou que a recente modificação no contrato com a SpaceX não impede que novas alterações sejam feitas dependendo das necessidades da agência. Além de realizar os voos para a ISS, a SpaceX usa a Crew Dragon para missões privadas, como a Inspiration4 e a Ax-1.

A Crew Dragon também é uma parte fundamental das futuras missões Polaris Dawn, contratada pelo bilionário Jared Isaacman (patrocinador e comandante da Inspiration4). Elas incluem a primeira caminhada espacial comercial e um passeio com o foguete de próxima geração da SpaceX, o Starship.

Fonte: Canaltech

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