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Não tem dinheiro para comprar a casa própria? Japão pode ser o destino

·1 min de leitura
Até 2023, o número de habitações abandonadas deve passar dos 20 milhões. Foto: Getty Images.
Até 2023, o número de habitações abandonadas deve passar dos 20 milhões. Foto: Getty Images.
  • No Japão, cada vez mais há um grande e crescente número de propriedades desocupadas;

  • Alguns desses espaços são praticamente gratuitos para quem quiser adquiri-los, basta pagar determinados impostos e taxas de comissão;

  • De acordo com o Fujitsu Research Institute, até 2023, o número de habitações vazias deve passar dos 20 milhões.

Milhões de brasileiros têm vontade de ter a casa própria. Infelizmente, a realização do desejo está distante da maioria da população. Ainda assim, se você está disposto a mudar para o outro lado do mundo, talvez parte do sonho possa se concretizar.

O Japão está passando por uma crise habitacional. Como efeito, há um grande e crescente número de propriedades desocupadas e dispostas à venda em bancos de dados online, conhecidos por “bancos akiya”, que em tradução livre seria algo próximo a “casa vaga”. Ou seja, habitações em ótimas condições oferecidas por valores próximos a nada.

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Os preços mais altos vão dos 30 milhões de ienes, o equivalente a cerca de R$ 1,5 milhão, até chegar aos considerados nulos, denominados de “transferência gratuita”. O único gasto é com alguns impostos e taxas de comissão.

De acordo com relatório do governo japonês de 2013, mais de oito milhões moradias abandonadas estavam espalhadas pelo país, inclusive nas áreas residenciais e arredores das grandes cidades.

A tendência é só aumentar. Segundo o Fujitsu Research Institue, o número deve passar dos 20 milhões até 2033, o que equivale a cerca de um terço do total de residências do Japão.

Um dos fatores preponderantes para o esvaziamento é a superstição, já que certos locais são associados a tragédias como suicídios e assassinatos, podendo trazer má sorte.

Em certas situações, os governos contribuem com subsídios para as pessoas assumirem e renovarem os espaços antigos. Já em outras circunstâncias, as casas se tornam realmente gratuitas apenas após a pessoa as alugar por uma quantia de anos.

As informações são da Exame.

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