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'Não era assaltante', diz família de morador de rua morto pela PM em Botucatu

·3 minuto de leitura
(Foto: Twitter/Reprodução)
(Foto: Twitter/Reprodução)

Ivan de Almeida, 29 anos, foi morto em tiroteio com a Polícia Militar, na quinta-feira (30), em Botucatu, no interior de São Paulo. Segundo a Polícia Civil, ele era um dos assaltantes que participaram do ataque a uma agência bancária na cidade. Sua família afirma, no entanto, que ele era morador de rua e que não teve envolvimento no roubo.

"Não era assaltante nem integrante de quadrilha", escreveu sua irmã, Vânia de Almeida, em uma rede social, após a morte de Ivan. Ela ainda afirmou que o irmão foi morar na rua há cerca de um mês.

Segundo informações do Uol, Ivan de Almeida foi atingido por quatro tiros de fuzil, sendo que ao menos um deles acertou sua cabeça. Ainda de acordo com o jornal, ele morava debaixo de um viaduto a 150 metros do local onde foi baleado.

Um delegado da Polícia Civil chegou a confirmar na quinta-feira (30) à tarde, em entrevista ao Uol, que Ivan tinha participado do assalto e morreu em troca de tiros com policiais militares. Horas mais tarde, porém, o mesmo delegado afirmou ao jornal que ainda havia dúvidas em relação ao envolvimento do homem no crime.

Na publicação em uma rede social, sua irmã Vânia, ainda disse que o irmão tentava "recomeçar a vida" após a prisão, mas que "ainda não tinha conseguido oportunidade de emprego". Segundo parentes e amigos do homem, Ivan tinha sido preso por furto no ano passado.

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Na manhã de hoje (31), policiais do COE (Comando de Operações Especiais) apresentaram boletim de ocorrência na delegacia alegando que Ivan morreu em confronto, durante troca de tiros.

Segundo informações de agentes do COE, o homem participou do roubo, usava colete à prova de bala, estava armado com um fuzil, reagiu à prisão, trocou tiros com os policiais e morreu no revide, conforme informou o comandante da PM em Botucatu, tenente-coronel José Semensati.

A Polícia Civil, por sua vez, aprendeu armas de PMs, de agentes da COE e da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), e mencionou no boletim de ocorrência que as informações prestadas pelos policiais militares que disseram ter trocado tiros com o homem têm inconsistências e precisam ser melhor apuradas.

Ou seja, a Polícia vai abrir uma investigação para apurar se Ivan fazia parte da quadrilha ou foi morto por engano, pois, segundo boletim de ocorrência, pode ter acontecido uma falha por parte dos policiais.

A reportagem entrou em contato com Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP) pedindo um esclarecimento sobre o caso, mas não teve resposta até a publicação.

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