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Nada de mérito ou demérito: vitória do Grêmio veio depois que Renato se utilizou da lógica e abandonou teimosia

Fabio Utz
·2 minuto de leitura

Quando os reservas de um time vencem os titulares do rival, sempre se pergunta: foi mais mérito do ganhador ou demérito do perdedor? No caso do triunfo do Grêmio sobre o Athletico-PR, neste domingo, esta balança não pende para nenhum dos lados. Simplesmente, quando as invencionices e a teimosia foram deixadas de lado, tudo aconteceu com a maior naturalidade. E isso é bastante simples de explicar.

Comecemos pelo lado azul. O Tricolor, com a escalação e o futebol sem ambição do primeiro tempo, mais uma vez deixou claro que foi a Curitiba para cumprir tabela no Campeonato Brasileiro - se não perdesse (e perdia por 1 a 0) já estava de bom tamanho. Na virada para a etapa final, em um lapso de visão da realidade, o técnico mandou a campo Pepê, o único titular incontestável que viajou à capital paranaense - e, sem razão alguma, estava sentado no banco de reservas. E aí, como em um passe de mágica (estou sendo irônico), as coisas fluíram e o empate saiu.

Alexandre Schneider/Getty Images
Alexandre Schneider/Getty Images

Após alguns minutos, quando não tinha mais opção alguma para mexer na equipe, o treinador lançou mão de Ferreira, outro garoto da base e no qual se aposta demais, inclusive, para ocupar o lugar dos "bruxos". O que aconteceu? Como se fosse obra do destino, ele marcou o gol da virada e, por consequência, do triunfo por 2 a 1. Por outro lado, o Furacão é isso que se viu em campo. Uma equipe desarrumada, de pouca qualidade, que pena para sair da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro e que, em condições normais, não teria forças para duelar contra o rival gaúcho.

É por isso que eu digo que futebol tem ser olhado com racionalidade. Não se trata de mérito ou demérito. Mas é preciso, acima de tudo, ter vontade de não brigar com os astros e apostar na lógica.

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