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Na pandemia, 25% dos donos de carros de SP querem vendê-los

·1 minuto de leitura
Buying new car concept. Vector of a businessman hand exchanging a new car for money
Buying new car concept. Vector of a businessman hand exchanging a new car for money
  • Um quarto dos moradores da Grande São Paulo quer vender carro

  • 64% deles planeja investir dinheiro na bolsa

  • 22% quer investir em imóveis

Cerca de 25% dos moradores da Grande São Paulo que têm um carro querem vendê-lo, mas não planejam comprar outro veículo. É o que mostra uma pesquisa da Turbi, startup de aluguel de carro por aplicativo, que ouviu 6 mil pessoas sobre os impactos da pandemia da covid-19 na relação dos brasileiros com os veículos.

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Nesse grupo, 64% mostraram interesse em investir o dinheiro da venda na bolsa de valores, enquanto 22% preferem comprar imóveis. “Assim, é possível transformar um artigo que, no momento, está gerando apenas custo para transformá-lo em um patrimônio real”, diz o CEO da Turbi, Diego Lira.

Despesas e pandemia

A fala de Lira é explicada pela opinião de 42% dos entrevistados que não querem mais um carro próprio porque as despesas geradas pelo veículo estão muito altas, como IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), seguro e manutenção. Além disso, para 21% o motivo é que o automóvel é pouco usado. 

“Com os movimentos gerados pela pandemia, como home office, trabalho híbrido, lockdown e distanciamento social, outra questão começou a incomodar muitos proprietários de veículos: a desproporcional relação custo-benefício”, afirma Lira.

Segundo o CEO, a empresa notou junto aos clientes que “a ociosidade do carro próprio parado na garagem na garagem é custosa e que as pessoas cada vez mais veem o carro como um serviço, para se deslocar livremente e de forma segura, sem o custo fixo”.

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