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Na ONU, Uruguai pede que se evite o protecionismo

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O presidente uruguaio Luis Lacalle Pou durante reunião de gabinete em Montevidéu
O presidente uruguaio Luis Lacalle Pou durante reunião de gabinete em Montevidéu

O presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, pediu nesta terça-feira na Assembleia Geral da ONU que se evite "cair no nacionalismo e no protecionismo", ao mesmo tempo que pediu que a pandemia não enfraqueça o cumprimento dos compromissos multilaterais.

"Que a pandemia não resulte em um enfraquecimento do cumprimento dos compromissos assumidos no âmbito multilateral", disse o presidente de centro-direita, que assumiu o cargo em 1º de março.

"Devemos evitar cair em cenários de nacionalismo e protecionismo que de alguma forma prejudicam as relações internacionais no comércio internacional ou interrompem as cadeias de abastecimento e a circulação de suprimentos médicos, tão necessários para a solução desta crise de saúde", afirmou. 

Lacalle Pou insistiu que "o caminho a seguir tanto para a saída desta pandemia quanto para os próximos 75 anos" de Nações Unidas, encontrará o Uruguai "sempre do mesmo lado: o multilateralismo, apoiando a busca de soluções que sejam protegidas por estruturas jurídicas multilaterais em todos os aspectos da vida internacional: saúde, meio ambiente, comércio, migração". 

O presidente disse ser "paradoxal" que nações como o Uruguai, classificado "como países em desenvolvimento de alta renda, não tenham acesso à maioria das fontes de cooperação internacional ou linhas de crédito mais favoráveis". 

"Por isso, continuaremos promovendo a revisão dessa classificação, que é baseada apenas na renda per capita", disse. 

"Para que essas categorias sejam realmente adequadas e equitativas, deve-se considerar um critério multidimensional que defina os graus de desenvolvimento e as necessidades de apoio internacional de cada país em função de sua realidade", argumentou.

gv/mr/cc