Mercado abrirá em 9 h 23 min
  • BOVESPA

    95.368,76
    -4.236,78 (-4,25%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    37.393,71
    -607,60 (-1,60%)
     
  • PETROLEO CRU

    37,60
    +0,21 (+0,56%)
     
  • OURO

    1.877,80
    -1,40 (-0,07%)
     
  • BTC-USD

    13.234,14
    +16,85 (+0,13%)
     
  • CMC Crypto 200

    261,90
    -10,79 (-3,96%)
     
  • S&P500

    3.271,03
    -119,65 (-3,53%)
     
  • DOW JONES

    26.519,95
    -943,24 (-3,43%)
     
  • FTSE

    5.582,80
    -146,19 (-2,55%)
     
  • HANG SENG

    24.394,91
    -313,89 (-1,27%)
     
  • NIKKEI

    23.247,90
    -170,61 (-0,73%)
     
  • NASDAQ

    11.230,25
    +97,50 (+0,88%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7402
    +0,0058 (+0,09%)
     

Na eleição, Bolsonaro usou ameaça à Lava Jato como argumento contra Haddad

Anita Efraim
·2 minutos de leitura
A combination of file photos shows Presidential candidates Jair Bolsonaro during a news conference at a campaign office in Rio de Janeiro, Brazil October 25, 2018 and Fernando Haddad during a televised debate in Sao Paulo, Brazil September 26, 2018. REUTERS/Ricardo Moraes/Nacho Doce/File Photos
Jair Bolsonaro e Fernando Haddad se enfrentaram no segundo turno da eleição presidencial de 2018 (Foto: REUTERS/Ricardo Moraes/Nacho Doce/File Photos)

Durante a campanha eleitoral de 2018, o então candidato Jair Bolsonaro (sem partido) atacou o oponente Fernando Haddad (PT-SP). O principal argumento era ser “comunista” e ter como meta “acabar com a Lava Jato”.

“É um comunista. É um homem que adora a política venezuelana, a cubana, um homem que se consulta com um presidiário para tomar decisões. Ele não é dono dele, ele é pior que um poste, é um pau mandado do Lula. E a meta principal dele, uma vez eleito, é indultar o Lula e acabar com a Lava Jato, e aí o Brasil se mergulhará em um caso”, disse Bolsonaro em entrevista à RedeTV.

O vídeo foi relembrado por críticos do presidente nas redes sociais um dia após Bolsonaro dizer que acabou com a Lava Jato porque não há mais corrupção no governo.

Leia também

A operação, que tinha como principal figura o ex-ministro Sergio Moro, foi responsável pela prisão do ex-presidente Lula. Eleito com a bandeira da luta contra a corrupção, Bolsonaro convidou Moro para integrar o governo, mas os dois tiveram desentendimentos após o presidente exigir a possibilidade de nomear pessoas próximas a ele para a Polícia Federal.

Após a declaração de Bolsonaro, Moro rebateu e disse que, com o fim da Lava Jato, a corrupção no país voltaria. O presidente voltou a atacar o ex-ministro e disse que o atual responsável pela Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, é melhor do que “aquele que nos deixou”.