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Na CPI da Covid, 'Clube do charuto' de Witzel volta a ter destaque

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RIO — O depoimento do ex-governador Wilson Witzel à CPI da Covid, nesta quarta-feira, em Brasília, trouxe novamente aos holofotes o "Clube do Charuto", onde se dava o encontro semanal do governador com amigos, com aliados e, especialmente, com gente interessada em fechar negócios com o governo estadual, conforme revelou reportagem do GLOBO em agosto do ano passado.

O ex-secretário de Saúde Edmar Santos, em sua colaboração com Justiça, sustentou que algumas das operações irregulares rastreadas por força-tarefa nasceram no "clube". Cabia ao advogado trabalhista Antônio Vanderler de Lima, ex-membro da Justiça Desportiva, chamar os convidados e organizar o encontro.

Nesta quarta-feira, Witzel teve um embate foi com o senador governista Jorginho Melo, que perguntou ao ex-governador o que era o "Clube do Charuto". O depoente afirmou:

— É um clube que fizemos pra fumar charuto, mas eu não fumo mais charuto, nem bebo mais. Me converti. Sou evangélico

O ex-governador e o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, protagonizaram um bate-boca na CPI. O relator, Renan Calheiros (MDB-AL), perguntou se Witzel se sentia intimidado com a presença de Flávio. O ex-governador disse que não, mas os dois começaram a discutir. Witzel chamou Flávio de "mimado" e que o pai não lhe tinha dado educação. O senador rebateu:

— Ele foi eleito mentindo, enganando a população do Rio de Janeiro. E se revelou sentado na cadeira — disse Flávio, acrescentando: — O senhor foi cassado. Quer fazer o que aqui nessa CPI? Há um conluio de toda a República?

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