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Na cidade do Rio, secretário afirma que, após o recebimento das doses, CoronaVac chegará a 450 pontos de vacinação em até 36 horas

Rafael Galdo
·3 minuto de leitura
Foto: Márcia Foletto / Márcia Foletto

O secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz, afirmou neste domingo que, assim que receber as primeiras doses da vacina contra a Covid-19, a cidade está com a logística preparada para distribui-las em até 36 horas aos locais de vacinação. Serão 450 pontos, entre Clínicas da Família, Centros Municipais de Saúde e áreas especiais, como abrigos para idosos, que já receberam as seringas e agulhas para a primeira fase de imunização. Soranz aguarda que o Ministério da Saúde divulgue as informações de quantas doses e qual será o calendário da vacinação, mas mantém a expectativa de que possa ser iniciada na próxima quarta-feira, dia 20, ou no dia 23, um sábado, dia tradicional de início das campanhas no país.

- Esperamos receber essas vacinas o quanto antes. Nada justifica ter as doses em território nacional, e a gente não começar a vacinar. A gente sabe que essas não são doses suficientes para toda a primeira etapa (de grupos prioritários). Mas é importante que as vacinas não fiquem paradas, porque cada dia significa mais pessoas infectadas. É importante que vá se consumindo todas as vacinas que tenhamos gradativamente enquanto o Butantan e a Fiocruz aceleram a sua produção - afirmou Soranz.

No plano inicial apresentado pela prefeitura no começo de janeiro, a primeira fase da vacinação no município incluirá trabalhadores da saúde, pessoas com 75 anos ou mais, indígenas e quilombolas, além de pessoas de 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência. Seriam 872.571 pessoas, o que demandaria 1.745.142 doses. A quantidade de cariocas que poderá ser protegida contra o coronavírus já com as primeiras vacinas, no entanto, dependerá da apresentação do cronograma do Ministério da Saúde.

Neste domingo, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou em entrevista coletiva que iniciará a distribuição das doses da vacina contra Covid-19 na segunda-feira, a partir das 7h, com ajuda das Forças Armadas, após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial de dois imunizantes. As aplicações começarão com a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, em parceria com o laboratório chinês Sinovac. O Ministério da Saúde pediu à instituição, ligada ao governo de São Paulo, o envio de cerca de 6 milhões de doses para a distribuição aos governos locais.

Segundo Pazuello, será considerada uma taxa de risco da doença para dividir as doses entre os estados. Os números dessa partilha, afirmou o ministro, devem ser anunciados em breve.

No Rio, Soranz passou o domingo acompanhando equipes da prefeitura que foram à orla verificar o cumprimento das medidas de distanciamento social e orientar a população sobre a importância de não promover aglomerações. Soranz destacou que a cidade chegou este fim de semana à menor quantidade de pacientes à espera por leitos para Covid-19 (oito no sábado). Neste domingo, segundo ele, a taxa de ocupação desses leitos era de 89%, com 54 vagas disponíveis no sistema de regulação, o que abre a possibilidade de o município começar a disponibilizar leitos para outros municípios e para a rede privada. Ele destacou, no entanto, que os riscos da pandemia continuam altos, e fez um apelo de colaboração.

- Ainda são 1.187 pessoas internadas nos hospitais e não podemos relaxar. Se houver aglomerações, a prefeitura será obrigada a fechar novamente as áreas de lazer. Os especialistas recomendam atividades ao ar livre, mantendo o distanciamento de 2 metros. Mas as pessoas precisam fazer isso com responsabilidade, se não a prefeitura vai ser obrigada a voltar atrás. Vai depender da consciência do carioca - afirmou ele.