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Na Amazon, algoritmo pode até demitir funcionários

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Motoristas da Amazon teriam sido demitidos repentinamente por algoritmos, que entenderam que o serviço deixou a desejar
Motoristas da Amazon teriam sido demitidos repentinamente por algoritmos, que entenderam que o serviço deixou a desejar

Um ex-funcionário da Amazon nos Estados Unidos relatou à Bloomberg que foi demitido por um robô. Stephen Normandin trabalhou na varejista online durante quatro anos em Phoenix, Arizona, entregando pacotes como motorista contratado.

Normandin, de 63 anos e veterano do Exército, preparava-se para mais um dia de expediente quando do nada recebeu um e-mail automático. Os algoritmos que o rastreavam “decidiram” que seu trabalho estava deixando a desejar e então ele seria desligado da empresa.

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À reportagem, Normandin relata que ficou completamente chocado e que foi punido pela Amazon por coisas que não dependiam de si, como prédios sem portaria que impediam que ele deixasse as encomendas.

"Eu sou o tipo de cara da velha escola e dou 100% de mim em cada trabalho. Isso realmente me chateou porque estamos falando sobre minha reputação. Eles dizem que eu não fiz o trabalho, quando sei muito bem que fiz".

Há algum tempo se sabe que, na Amazon, máquinas costumam contratar, avaliar e até demitir milhões de pessoas. Os algoritmos, que antes eram usados apenas para resolver problemas específicos, como gerenciar os comerciantes autorizados ou controlar a parte logística, passaram a realizar atividades que ainda demandam alguma supervisão humana.

O sistema de algoritmos ajuda a Amazon a coordenar o serviço de entrega Flex, iniciado em 2015, onde os motoristas trabalham de forma a garantir uma série de entregas em tempo real.

A Bloomberg entrevistou 15 motoristas Flex. Quatro alegaram que foram desligados por engano. A reportagem ouviu também ex-gerentes que acreditam que o sistema, embora amplamente automatizado, ainda não está totalmente sintonizado com os problemas do mundo real.

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