Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.439,37
    -2.354,91 (-2,07%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.307,71
    -884,62 (-1,69%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,96
    -0,65 (-0,90%)
     
  • OURO

    1.753,90
    -2,80 (-0,16%)
     
  • BTC-USD

    48.252,30
    +1.067,45 (+2,26%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.193,48
    -32,05 (-2,62%)
     
  • S&P500

    4.432,99
    -40,76 (-0,91%)
     
  • DOW JONES

    34.584,88
    -166,44 (-0,48%)
     
  • FTSE

    6.963,64
    -63,84 (-0,91%)
     
  • HANG SENG

    24.920,76
    +252,91 (+1,03%)
     
  • NIKKEI

    30.500,05
    +176,71 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.282,75
    -226,75 (-1,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1994
    +0,0146 (+0,24%)
     

Na abertura do Congresso, parlamentares do partido de Castillo juram reescrever Constituição do Peru

·2 minuto de leitura
Congresso do Peru em Lima

Por Marco Aquino

LIMA (Reuters) - Os parlamentares do partido do presidente eleito do Peru, Pedro Castillo, juraram nesta sexta-feira, ao assumir seus cargos, que tentarão reescrever a Constituição, um sinal de que o plano de dar ao Estado um papel mais ativo na economia gerará uma dura batalha no próximo mandato de um Congresso fragmentado.

O plano de reescrever a Constituição foi uma das promessas do socialista Castillo durante a campanha eleitoral, um objetivo que ele reiterou após ganhar da candidata de direita Keiko Fujimori, mas que não foi bem recebido por partidos de oposição no novo Congresso.

A maioria dos 37 membros do partido marxista Peru Livre jurou com a mão alçada que pressionarão pela formação de uma assembleia constituinte para substituir a Constituição redigida em 1993 durante o governo do presidente Alberto Fujimori, que dissolveu o Congresso e assumiu amplos poderes.

A intenção de Castillo de reescrever a Constituição deixou a elite política e empresarial alarmada, com temores de que haja uma virada à esquerda para modificar o atual caminho econômico de livre mercado e que sejam criados novos impostos sobre a crucial indústria mineradora para financiar gastos em saúde e educação.

No Congresso com 130 parlamentares, nenhum partido dos 10 representados tem força suficiente para impulsionar sozinho uma reforma constitucional. As 24 cadeiras da Força Popular, partido de Keiko Fujimori, que perdeu a presidência e tem a segunda minoria parlamentar, juraram defender a atual Carga Magna.

No Congresso, membros do grupo esquerdista Juntos Pelo Peru - aliado de Castillo com cinco assentos - também prometeram uma nova Carta Magna. Mas os partidos de direita Renovação Popular e Avança País se juntaram à oposição da Força Popular.

Representantes dos demais grupos políticos manifestaram objeções a uma nova Constituição, embora tenham deixado em aberto a possibilidade de apoiar alguma reforma parcial.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos