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Número dois da CBF diz não saber o motivo de ter sido demitido

·2 minuto de leitura

Walter Feldman foi o número dois da CBF por seis anos. Na quinta-feira à tarde, sem esperar, foi demitido a mando do presidente interino da Confederação, Coronel Nunes, com quem horas antes havia participado de um evento, sem que tivesse demonstrado nenhum indício do que estaria por vir. Nunes, inclusive, apesar de ter dado a ordem, não o demitiu na prática. Delegou a tarefa ao diretor jurídico da CBF, Carlos Eugênio Lopes.

— Nunca fui demitido na vida e é duro sair sem saber o porquê. Não nego que é um sentimento ruim. Não foi elegante — contou Feldman.

Após ser comunicado, Feldman contou ter ido as salas de Nunes e dos vices, de quem recebeu tratamento frio e considerou que a atitude não fazia sentido, além de não “fazer parte da educação corporativa”.

Feldman entrou na CBF em 2015 para ocupar o cargo de secretário-geral a convite de Marco Polo Del Nero e sobreviveu a diversas crises, incluindo a que afastou da CBF e baniu do futebol o próprio Del Nero. Mas apenas neste mês foi demitido duas vezes do cargo. A primeira exoneração foi assinada por Rogério Caboclo, que o demitiu depois de já ter sido afastado do cargo, ato desfeito pelo próprio Nunes, que agora foi quem o dispensou.

— A exoneração do Caboclo era questionável justamente porque era retroativa. Não havia motivo para isso a não ser o desejo do próprio Caboclo. O que de fato existe entre a entrada do Nunes até a minha exoneração foi a reunião com os clubes — afirmou.

INFLUÊNCIA DE VICE-PRESIDENTES

Feldman acredita que sua demissão tenha sido influenciada por um movimento de vice-presidentes que não gostaram de sua participação na reunião entre os presidentes dos clubes e a CBF, onde foi apresentada a ideia de uma liga e pedidos de alteração no estatuto da entidade. E nomeia dois especificamente: Gustavo Feijó e Ednaldo Rodrigues.

A dupla teria deixado claro nos corredores da CBF o seu descontentamento com Feldman por seu protagonista na reunião. Segundo fontes relatam, ambos acreditam que foi o ex-secretário-geral que marcou a reunião. Feldman desmente. Afirma que foi procurado pelo presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, com o pedido de uma reunião com Nunes e os vices.

O incômodo dos vices teria aumentado após Coronel Nunes ter deixado a reunião, que passou a ser comandada por Feldman. Segundo o ex-secretário-geral, o presidente interino se ausentou a pedido do diretor médico da CBF, Jorge Pagura, já que a reunião era presencial e havia cerca de 30 pessoas.

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