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Número de casos de Covid-19 cresce pelo 4º dia seguido, mas ritmo diminui, diz boletim da imprensa

Bruno Alfano
·3 minuto de leitura
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RIO — O Brasil registrou nesta sexta-feira 529 novas mortes e 23.126 casos por Covid-19, segundo o boletim das 20h do consórcio de veículos de imprensa. Agora, o país totaliza 159.562 vidas perdidas para a doença com 5.519.528 infectados desde o início da pandemia.

A média móvel de casos ficou, pelo quarto dia seguido, em tendência de alta. No entanto, o ritmo vai se aproximando da estagnação. Nesta sexta, ela ficou em 23.411, com variação positiva de 16%. Na quarta-feira, era de 20%, que caiu para 18% no dia seguinte.

A "média móvel de 7 dias" faz uma média entre o número de mortes ou casos do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda. Uma variação da média móvel entre 15% e -15% já significa estagnação dos números.

O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o "ruído" causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Já a média móvel de óbitos ficou em 433. Esse é o nono dia seguido com uma média móvel menor do que 500, o que não acontecia desde o início de maio. Isso siginifica que o país passou 167 dias perdendo, em média, mais de 500 brasileiros por dia para a Covid-19. No pico, chegou a mais de mil mortes diárias.

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De acordo Anvisa, o órgão verificará as condições de fabricação do IFA e, após a inspeção da fábrica, dará ou não certificação para as empresas. Esse passo é fundamental para obtenção do registro da Vacina na agência. A partir da validação das condições das fábricas, as empresas ficam habilitadas para produção de lotes comerciais de IFA que circulem no Brasil já em dezembro.

O Brasil espera ter uma vacina contra a Covid-19, aprovada e pronta para uso em um programa nacional de imunização, até junho de 2021, disse nesta quinta-feira o chefe da Anvisa, Antônio Barra Torres.

Com um dos piores surtos de coronavírus no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia, o Brasil se tornou um campo de testes chave para vacinas e aprovou testes clínicos em estágio final para quatro possíveis imunizantes que estão em desenvolvimento.

Eles estão sendo pesquisados pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca; pela Sinovac Biotech; pela Pfizer Inc em parceria com a BioNTech; e pela subsidiária farmacêutica da Johnson & Johnson, a Janssen.

Torres disse à Reuters que a Anvisa ainda não decidiu sobre a eficácia mínima a exigir, mas lembrou que a agência já aprovou vacinas para outras doenças, no passado, com menos de 50% de eficácia. Essa taxa é o percentual de pessoas que, tomando o imunizante, ficaria de fato protegido da doença.