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Níquel tem máxima de uma década com temor sobre oferta de metais

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- Níquel estendeu os ganhos para o maior patamar em mais de uma década depois que a Indonésia passou a considerar um imposto sobre as exportações, alimentando um rali impulsionado pela demanda projetada de veículos elétricos.

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O cobre também saltou para o nível mais alto desde outubro, com todos os metais em alta na bolsa de Londres, London Metal Exchange (LME). Os metais básicos estendem o rali após o melhor ano em mais de uma década, auxiliados pela forte demanda e interrupções no fornecimento relacionadas à energia. O níquel lidera, com preços quase 10% acima nesta semana após a Tesla Inc. se movimentar para garantir suprimentos futuros da Talon Metals Corp.

A Indonésia está estudando uma taxa progressiva sobre ferro-gusa de níquel e ferro níquel que pode ser cobrada já este ano, de acordo com um funcionário do governo. A medida aumentaria os custos para as refinarias no exterior, potencialmente elevando os preços.

O Goldman Sachs Group Inc. já vê um descompasso neste ano entre a oferta de níquel e a demanda. O déficit previsto aumentou para 30.000 toneladas, de uma projeção anterior de 13.000 toneladas.

Um ponto de partida muito mais apertado para o mercado, juntamente com fortes tendências de carros elétricos, além de uma continuação da escassez de oferta, manterá os preços elevados do níquel, dizem os analistas do Goldman, incluindo Nicholas Snowdon, em nota de 11 de janeiro. O crescimento na produção de ferro-gusa de níquel da Indonésia não é suficiente para levar o mercado de volta ao superávit, complementam.

Níquel subia mais de 3% nesta quarta-feira na LME, para US$ 22.580, maior nível desde agosto de 2011. O metal usado para fabricar aço inoxidável e baterias de veículos elétricos também subiu em Xangai para o maior patamar desde sua estreia em 2015.

O Goldman vê déficits em todos os metais refinados, elevando suas metas de 12 meses para níveis recordes de alumínio, em US$ 3.500 a tonelada, e cobre em US$ 12.000. O banco vê o zinco em US$ 4.000 e manteve o níquel em US$ 24.000.

Em outros metais, o cobre saltou após a Teck Resources Ltd. sinalizar o risco de uma greve em sua mina Highland Valley, na Colúmbia Britânica, o que poderia reduzir ainda mais a oferta.

O cobre avançou 2,6%, para US$ 9.976 na LME. O estanho subiu até 2,6% para atingir um novo recorde.

©2022 Bloomberg L.P.

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