Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.976,70
    -2.854,45 (-2,55%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.668,64
    -310,37 (-0,60%)
     
  • PETROLEO CRU

    76,28
    -1,66 (-2,13%)
     
  • OURO

    1.754,00
    +8,40 (+0,48%)
     
  • BTC-USD

    16.488,51
    -146,66 (-0,88%)
     
  • CMC Crypto 200

    386,97
    +4,32 (+1,13%)
     
  • S&P500

    4.026,12
    -1,14 (-0,03%)
     
  • DOW JONES

    34.347,03
    +152,97 (+0,45%)
     
  • FTSE

    7.486,67
    +20,07 (+0,27%)
     
  • HANG SENG

    17.573,58
    -87,32 (-0,49%)
     
  • NIKKEI

    28.283,03
    -100,06 (-0,35%)
     
  • NASDAQ

    11.782,80
    -80,00 (-0,67%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,6244
    +0,0991 (+1,79%)
     

'Não tem gordura para cortar', diz líder do PT sobre PEC da Transição

***ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 19.04.2022 - Senador Paulo Rocha (PT). (Foto: Antonio Molina/Folhapress)
***ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 19.04.2022 - Senador Paulo Rocha (PT). (Foto: Antonio Molina/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O líder do PT no Senado, Paulo Rocha, afirmou nesta quinta-feira (17) não haver "gordura" a ser cortada na minuta da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Transição apresentada nesta semana ao Congresso Nacional.

É praxe em tramitações como essa que os textos iniciais prevejam pontos passíveis de serem retirados para negociar e ceder a aliados. Não é o caso, segundo Paulo Rocha.

"Não temos gordura para negociar. Zero", diz. Paulo Rocha é um dos principais articuladores da PEC, que começará a tramitar pelo Senado.

O único ponto no qual o PT vislumbra a possibilidade de ceder é com relação ao prazo para a retirada do teto de gastos do Auxílio Brasil, que voltará a ser chamado de Bolsa Família. O partido pode excepcionalizar a despesa por apenas um ano, ou quatro. Inicialmente, o plano era tirar o programa social definitivamente da limitação fiscal.

Após duas semanas de intensa negociação, o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), apresentou nesta quarta-feira (16) a minuta do texto que propõe retirar o programa Bolsa Família do teto de gastos de forma permanente e abre caminho para honrar promessas de campanha do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A medida é considerada necessária para evitar um apagão social no ano que vem, já que a proposta de Orçamento enviada em agosto pelo governo Jair Bolsonaro (PL) assegura apenas um valor médio de R$ 405,21 para os beneficiários, além de impor cortes severos nas verbas para a habitação e no Farmácia Popular.