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'Não nos pautamos pelo calendário eleitoral', diz Covas sobre Covid-19

Dimitrius Dantas
·2 minuto de leitura

SÃO PAULO — Apesar do governo de São Paulo ter voltado a endurecer as regras da quarentena no estado, o prefeito reeleito da capital paulista, Bruno Covas (PSDB), afirmou nesta segunda-feira que as decisões sobre a pandemia na cidade não foram pautadas pelo calendário eleitoral.

Em entrevista à jornalista Andreia Sadi, da "Globo News", Covas afirmou que a cidade sempre seguiu as recomendações da Vigilância Sanitária. Segundo ele, há uma estabilidade na cidade em relação ao número de casos e de óbitos, com um aumento de internações causado, sobretudo, pela quantidade de pessoas de fora da cidade de São Paulo chegando aos hospitais da cidade.

— O município sempre foi muito mais cauteloso na liberação de atividades. Em nenhum momento nos pautamos por calendário eleitoral. O mais fácil seria a Prefeitura não ter participado dessas discussões desde o começo. Para a Prefeitura seria mais fácil não ter se envolvido, mas sempre se envolveu e sempre vamos atuar de acordo com as orientações da vigilância sanitária do município — afirmou.

Covas lembrou que embora muitas atividades e setores da economia tenham voltado a funcionar, a pandemia ainda persiste e que os cuidados necessários, como uso de máscara e higienizar as mãos, continuam sendo recomendados.

O prefeito também destacou que grandes eventos foram cancelados.

— A gente vem reforçando a necessidade das pessoas continuarem a participar, a se envolver. Estamos reduzindo a quantidade de óbitos e casos nos últimos meses e isso se deve à participação e envolvimento da população. Por parte da Prefeitura continuaremos a ter as medidas de cautela, de cuidado — disse.

Por outro lado, apesar do endurecimento da quarentena, o prefeito reeleito descartou qualquer possibilidade de adoção de um lockdown no futuro, caso a situação se agrave. Covas citou, por exemplo, que a cidade não teria efetivo na Guarda Civil Metropolitana para exigir que as pessoas fiquem em casa, além do fato de que a cidade tem forte relação com os municípios vizinhos.

— Isso nunca foi feito, nem na fase mais dura da pandemia. É inviável realizar um lockdown e deixar as pessoas obrigatoriamente dentro de casa. Essa possibilidade nunca foi implemtanda na cidade de São Paulo. Vamos continuar a insistir na ação de conscientização, limitar horário. Essa estratégia que a gente vai seguir na cidade — disse.