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Não estar presente no TikTok não é mais uma opção para as marcas

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Não estar presente no TikTok não é mais uma opção para as marcas
Não estar presente no TikTok não é mais uma opção para as marcas

O aplicativo, que foi criado para compartilhar vídeos curtos, já é a quarta maior rede social em termos de usuários no mundo, segundo pesquisa da Infobase Interativa. A tendência é que esse número aumente, vide os esforços de outras redes como o Instagram para não perder espaço. O TikTok, porém, não tem ditado regras apenas no formato de conteúdo, mas também nos hábitos de consumo. Este fato indica que as marcas precisam incluir a plataforma nas estratégias de marketing.

O TikTok surgiu para oferecer experiências criativas, divertidas e positivas aos seus usuários. Essa prerrogativa não é assim tão revolucionária, pois a categoria entretenimento já era chave de sucesso na mídia tradicional, como a televisão e o rádio. A inovação do aplicativo está no seu formato de conteúdo e na rápida propagação: os vídeos curtos parecem estar tomando conta de toda a internet.

O que se sabe sobre os algoritmos do TikTok é que o aplicativo utiliza o sistema de identificação, em que a inteligência artificial indica conteúdos semelhantes com os quais os usuários irão interagir com mais facilidade.

A capacidade de impulsionar os usuários a explorar a sua criatividade e alcançar uma audiência global, mesmo sem ser uma celebridade ou um influenciador com muitos seguidores, tornou-se popular especialmente para a denominada “geração Z”, formada por pessoas mais jovens.

Os estudiosos da Comunicação já haviam observado uma tendência de consumo diferente vindo dessa nova geração. Eles tendem a valorizar mais a experiência de compra do que os produtos em si.

Marcas que não se adequarem ao TikTok perderão espaço competitivo e podem se tornar “cringe” para a geração Z. Créditos: Shutterstock
Marcas que não se adequarem ao TikTok perderão espaço competitivo e podem se tornar “cringe” para a geração Z. Créditos: Shutterstock

TikTok e hábitos de consumo

Um estudo da Opinion Box indicou que 39% das pessoas já compraram um produto ou contrataram algum serviço indicado por alguém no TikTok. É por isso que os profissionais de marketing precisam abrir a mente e ampliar os olhares para novas oportunidades, como explica Ricardo Martins, consultor de transformação digital.

“O formato TikTok é ideal para trabalhar a criação de consciência de marca no momento. A grande sacada que as empresas precisam ter é que utilizar essas plataformas como estratégia de marketing lhe trará um custo-benefício maior do que o investimento na publicidade tradicional, já que as pessoas estão concentradas no espaço digital.”, analisa Ricardo Martins.

Nesse sentido, a infinidade de recursos para a criação de conteúdo no TikTok, como dublagens, danças coreografadas e storytelling, bem como o poder de propagação rápida, torna o aplicativo um lugar interessante para as marcas estabelecer uma maior conexão com o consumidor potencial. Basta que elas saibam como usar.

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De acordo com a pesquisa anunciada pela agência MidiaKix, 80% dos profissionais de marketing trabalham com influenciadores atualmente e, ao que tudo indica, o investimento nesse segmento deve alcançar o patamar de US$ 8 bilhões até o final de 2021.

Na mesma pegada, entra em destaque os chamados prosumers, que nada mais são do que consumidores ativos que pesquisam sobre a marca, produzem conteúdo, geram insigths e compartilham experiências, sem que a própria marca faça grandes esforços. Tudo isso, com um alcance muito grande.

Mas as possibilidades não param por aí. Também é possível aproveitar o formato de vídeos curtos para explorar e divulgar conceitos e propósitos do produto ou serviço oferecido. Além disso, a plataforma pode ser utilizada como um espaço para o desenvolvimento de branding, a fim de reafirmar a imagem da marca.

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