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Não deve haver ação de Biden sobre tarifas chinesas antes da reunião do G7, dizem fontes

Bandeiras dos EUA e da China em prédio de empresa norte-americana em Pequim

Por Andrea Shalal e David Lawder e Trevor Hunnicutt

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, está considerando eliminar tarifas sobre uma série de produtos chineses para conter a inflação, mas nenhuma decisão é provável antes da cúpula do Grupo dos Sete na próxima semana, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

Autoridades da Casa Branca discutiram opções na sexta-feira com Biden para reduzir algumas das ações punitivas do ex-presidente Donald Trump sobre a China, incluindo cortes potencialmente substanciais, disseram três das fontes. A escala de qualquer possível medida final ainda não foi decidida, segundo elas.

Assessores de Biden estão analisando as tarifas da era Trump sobre centenas de bilhões de dólares em produtos chineses – muitas das quais eles consideram sem valor estratégico, disseram as fontes.

Um porta-voz da Casa Branca afirmou que o objetivo é alinhar as tarifas com as prioridades econômicas e estratégicas dos EUA, garantindo os interesses dos trabalhadores e indústrias cruciais, sem "aumentar desnecessariamente os custos para os norte-americanos".

Após semanas de debate acirrado entre os principais assessores sobre o assunto, Biden passou a defender uma ação rápida sobre a questão tarifária, disposto a usar qualquer alavancagem para reduzir a inflação crescente antes das eleições de meio de mandato de 8 de novembro pelo controle do Congresso, disseram duas das fontes.

O presidente disse a repórteres no sábado que estava em processo de tomada de decisão.

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