Mercado fechará em 4 h 7 min
  • BOVESPA

    115.463,45
    -204,33 (-0,18%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.471,30
    +319,92 (+0,71%)
     
  • PETROLEO CRU

    63,24
    +0,02 (+0,03%)
     
  • OURO

    1.771,50
    -26,40 (-1,47%)
     
  • BTC-USD

    50.788,91
    +1.583,59 (+3,22%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.013,18
    +18,51 (+1,86%)
     
  • S&P500

    3.887,32
    -38,11 (-0,97%)
     
  • DOW JONES

    31.779,35
    -182,51 (-0,57%)
     
  • FTSE

    6.651,15
    -7,82 (-0,12%)
     
  • HANG SENG

    30.074,17
    +355,93 (+1,20%)
     
  • NIKKEI

    30.168,27
    +496,57 (+1,67%)
     
  • NASDAQ

    13.114,25
    -187,75 (-1,41%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7269
    +0,1564 (+2,38%)
     

Não é dinheiro que eu tenho no cofre, é endividamento, diz Bolsonaro sobre auxílio emergencial

RAQUEL LOPES
·2 minuto de leitura
*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  08-02-2021 - O presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 08-02-2021 - O presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse em uma agenda com prefeitos no Ministério da Educação que o auxílio emergencial voltou a ser discutido, mas afirmou que "não tem dinheiro no cofre" para pagar as parcelas.

"A arrecadação esteve praticamente equivalente nos municípios tendo em vista o auxílio emergencial, que volta a ser discutido e que eu falo: não é dinheiro que eu tenho no cofre, é endividamento. Isso é terrível também. A economia tem que pegar. Temos que voltar a trabalhar. Nos preocupamos com os mais idosos, os que têm comorbidades, mas a roda da vida tem que continuar. Sou muito criticado por isso".

O presidente disse que a educação foi muito prejudicada no período da pandemia, a falta de aulas presenciais atrapalhou o aprendizado. Ele ofereceu mais recursos, caso seja necessário, para os governadores e prefeitos.

"A decisão [inaudível] na ponta da linha são os governadores e prefeitos. O presidente foi deixado de lado em grande parte na sua atribuição, a não ser mandar recursos e meios, o que nós fizemos. Se for preciso, no corrente ano, a gente vai continuar com esse atendimento a vocês, porque vocês não têm quem socorrê-los, [inaudível] junto a outros".

O governo prepara uma proposta que libera três parcelas de R$200, destinado aos trabalhadores informais não atendidos pelo Bolsa Família. A proposta tem novas exigências para o recebimento do benefício e um novo nome: Bônus de Inclusão Produtiva (BIP), para mudar a visão sobre o programa, que deixaria de ser uma transferência pura de renda para se tornar um mecanismo de auxílio temporário enquanto os informais buscam um emprego.

Para receber o auxílio, a pessoa precisará participar de um curso para qualificação profissional, bem como ser associado à Carteira Verde e Amarela, programa que deve ser relançado pelo governo para reduzir encargos trabalhistas e estimular a formalização de pessoas de baixa renda.

No novo formato, o programa custaria pouco mais de R$ 6 bilhões por mês, isto é, bem abaixo dos R$ 50 bilhões mensais gastos com as parcelas de R$ 600 pagas a 64 milhões de pessoas em 2020.

Para o Congresso aprovar o plano, a equipe econômica do governo vai propor a inclusão de uma cláusula de calamidade pública na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Pacto Federativo. Logo, o benefício seria pago se o Congresso aprovasse a PEC.