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“Mynt” pode ser a primeira das grandes portas de entradas dos criptoativos no Brasil

·2 minuto de leitura

Aproximação entre brasileiros e as criptomoedas

Pouco a pouco, o Brasil vai tendo mais contato com as criptoativos. Sejam por meio de manchetes (mesmo que polêmicas), estudos ou até mesmo pela própria necessidade de entender novas fontes de renda frente à um período de clara recuperação econômica, foram diversos os fatores que colocam a chegada da plataforma Mynt, novidade do Banco BTG, como oportuna.

Logo após a adoção do Bitcoin (BTC) como uma das moedas oficias em El Salvador, um estudo encomendado pela Sherlock Communications mostrou que, pelo menos na opinião popular, a criptomoeda teria respaldo em solo tupiniquim.

Para 48% dos entrevistados, o Brasil deveria adotar o Bitcoin como moeda, sendo deste recorte, 31% “concordam”, enquanto 17% “concordam fortemente” com o tema. De quebra, dos 52% restantes, 30% são indiferentes ou curiosos, sem opinião completamente formada ainda. Isso deixaria 21% de posicionamento contrário à mudança, sendo somente de 9% os que “discordam fortemente”.

BTG ocupa espaço com potencial

Agora, mesmo para indecisos e descrentes, as criptomoedas chegam ao sistema bancário nacional pela porta da frente. Desde junho desse ano, o Grupo BTG Pactual superou a XP investimentos em desempenho na bolsa e passou sua “rival” de mercado. Ao fim do mesmo mês, o BTG tinha valor de mercado de R$ 147,4 bilhões, e a XP, de R$ 115,8 bilhões, consolidando-o como o maior do segmento em toda a américa latina.

“O BTG entendeu que havia uma grande oportunidade e lacuna no mundo de cripto”, disse André Portilho, responsável pela área de Ativos Digitais do BTG. “Seremos a primeira instituição financeira no Brasil a oferecer acesso direto ao mercado cripto. Os clientes do banco poderão investir de forma simples, direta e segura, nas criptomoedas bitcoin e ethereum (ETH). A solução estará disponível de maneira gradual aos clientes do BTG Pactual digital e do BTG+, por meio da plataforma Mynt.”

A previsão é que o banco liste em seu sistema outras criptomoedas para seguir desbravando o mercado. Por hora, o objetivo é de apresentar aos seus clientes as oportunidades de mercado com os ativos mais estabelecidos, enquanto ajusta a plataforma e oferece suporte especializado.

Tudo isso acarreta não somente em mais competitividade no setor para as corretoras que operam no Brasil com a nova opção de negociação, mas também para o amadurecimento da cultura no país. Tanto que para se “apresentar”, o BTG Pactual oferecerá um curso sobre investimentos em criptomoedas gratuito.

Em um meio tão promissor, mas que muitas vezes é inibido pela falta de clareza e informação, o BTG adentra no mercado já se colocando como candidato a ajudar no processo de aproximação das carteiras virtuais com as carteiras das famílias brasileiras.

This article was originally posted on FX Empire

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