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Mutirão do emprego volta ao vale do Anhangabaú com 6.000 vagas

***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 26.03.2019 - Fila gigante se forma no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, onde acontece o Mutirão de Emprego promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da Prefeitura de São Paulo e o Sindicato dos Comerciários. (Foto Danilo Verpa/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 26.03.2019 - Fila gigante se forma no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, onde acontece o Mutirão de Emprego promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da Prefeitura de São Paulo e o Sindicato dos Comerciários. (Foto Danilo Verpa/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Trabalhadores poderão concorrer a pelo menos 6.000 vagas no Mutirão do Emprego, que será realizado no vale do Anhangabaú, região central da capital paulista, nesta segunda-feira (16). Organizado pelo Sindicato dos Comerciários de São Paulo desde 2018, o feirão chegou a ser feito em versão online na pandemia de coronavírus e, agora, retorna em edição presencial.

O atendimento será feito das 8h às 17h, quando haverá o cadastramento ou processo seletivo dos candidatos. Se não for possível fazer o atendimento de todos os participantes no mesmo dia, serão distribuídas senhas e o cadastro seguirá durante toda a semana. É obrigatório o uso de máscara dentro do sindicato. Fora, na fila, o uso é opcional.

Para concorrer, é preciso ter ao menos 16 anos. Também é necessário levar documentos pessoais, como RG e CNH (Carteira Nacional de Habilitação), por exemplo. Currículo e carteira de trabalho não são obrigatórios, mas podem ajudar o candidato a conseguir uma vaga de emprego no mesmo dia, já que muitas recrutadoras fazem seleção no local. Não há escolaridade mínima exigida, pois as vagas são para todos os níveis de ensino.

Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários e da UGT (União Geral dos Trabalhadores), diz que a expectativa é repetir o sucesso dos mutirões anteriores. "Todas as salas estarão disponíveis para receber os trabalhadores, inclusive a minha. Há empresas que já fazem as entrevistas no local", afirma.

As oportunidades se concentram nas áreas de comércio e serviços, mas podem haver também postos na indústria, já que a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) é uma das parceiras do evento, assim como o CATe (Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo), da Prefeitura de São Paulo, e o Governo do Estado de São Paulo.

Mutirões já reuniram quase 80 mil trabalhadores Há vagas para vendedor, analista de recursos humanos, operador de loja, mecânico, auxiliar financeiro, operador de caixa, ajudante-geral, cozinheira, repositor, auxiliar de logística, peixeiro, padeiro, confeiteiro, auxiliar de cozinha, almoxarife e operador de empilhadeira, entre outras.

Entre as empresas participantes estão Pão de Açúcar, Carrefour, Lopes Supermercados, Telhanorte, IBM e Unilever. A expectativa é receber entre 10 mil e 12 mil candidatos. Na última edição presencial, a quarta do mutirão, foram oferecidas 4.000 vagas para um total de 8.478 participantes. Ao todo, 2.800 foram contratados.

Segundo dados do Sindicato dos Comerciários, os primeiros quatro mutirões feitos de forma presencial no Anhangabaú reuniram 78.870 trabalhadores. Ao todo, foram oferecidas 22.680 vagas, mas somente 12.650 pessoas saíram empregadas. O motivo é a falta de qualificação profissional.

Patah diz que busca parcerias para cursos de qualificação e diz haver empresas que se comprometem com a contratação dos funcionários após treiná-los por um período. O sindicalista lembra ainda que, quanto mais qualificação tecnológica o profissional tiver, melhor.

"As mudanças que ocorreram no emprego são enormes. Surgiram os aplicativos e outras formas de trabalho. Muitas delas necessitam de qualificação específica. Hoje, um operador de caixa opera, na realidade, um computador."

O sindicato se organiza para oferecer lanche e água aos participantes na fila. Haverá atendimento especial a pessoas com deficiência e empresas com cotas para imigrantes, negros e mulheres.

"É um dos instrumentos de solidariedade em um momento grave que nós estamos vivendo. É uma forma de a sociedade civil dar as mãos para aqueles que são hoje invisíveis", diz ele.

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