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Musk, Zuckerberg e outros bilionários lucraram R$ 2 trilhões na pandemia

Redação Finanças
·2 minuto de leitura
Success business chart with green arrow up and USA dollars background. Profit and money. Financial and business graph. Stock market growth 3d illustration.
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  • Novos hábitos na pandemia beneficiaram empresas de tecnologia

  • Apple ultrapassou a marca de US$ 2 trilhões no ano passado

  • Já a taxa de pobreza extrema chegou a 12,5% na América Latina

A pandemia tem sido um momento de retração econômica e crise para muitos, porém os maiores bilionários do mundo não têm do que reclamar. A riqueza de nove dos maiores titãs da tecnologia ultrapassou US$ 360 bilhões no ano passado (cerca de R$ 2 trilhões na cotação atual).

O fundador da Amazon, Jeff Bezos, quase perdeu o trono de pessoa mais rica do mundo quando o CEO da Tesla, Elon Musk, mais do que quintuplicou sua riqueza. As ações da Tesla dispararam 547% no ano passado.

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Mark Zuckerberg, do Facebook, ultrapassou a marca de US$ 100 bilhões, enquanto os co-fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, adquiriram uma fortuna combinada de US$ 65 bilhões. 

A capitalização de mercado da Apple ultrapassou a marca de US$ 2 trilhões no ano passado, tornando seu CEO, Tim Cook, um bilionário, segundo dados da Business Insider.

Lockdown mudou comportamento dos consumidores

Com as medidas de lockdown e a mudança no comportamento dos consumidores, a Amazon expandiu os lucros com as compras online. A demanda do consumidor no início da crise era tão grande que a empresa, junto com outros varejistas, enfrentou escassez no fornecimento de itens como papel higiênico e desinfetante.

As modificações no mercado de trabalho também beneficiaram gigantes da tecnologia como Google, Facebook e Microsoft. Com o home office, os trabalhadores precisaram confiar mais nos serviços de computação em nuvem e serviços voltados para o mundo profissional.

Money recession investment Corona
Money recession investment Corona

O presidente executivo da empresa de tecnologia e informática Oracle, Larry Ellison, viu seu patrimônio líquido subir de US$ 59 bilhões para US$ 90,3 bilhões no ano passado. 

Já o patrimônio líquido de Michael Dell, CEO da Dell, aumentou de US $ 22,9 bilhões para US$ 44,4 bilhões no mesmo período. 

Enquanto isso, de acordo com o relatório Panorama Social da América Latina 2020, a taxa de pobreza extrema atingiu 12,5% da população e a de pobreza, 33,7%, na região. Isso significa que o total de pessoas pobres chegou a 209 milhões no fim do ano passado, 22 milhões a mais do que em 2019. 

Mundialmente, estima-se que o novo coronavírus deve levar mais 88 milhões a 115 milhões de pessoas à extrema pobreza no mundo, com o total de prejudicados pelo problema batendo em até 150 milhões até 2021, diz relatório do Banco Mundial.