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Musk provoca Bezos e esquenta corrida espacial de bilionários

·2 minuto de leitura
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(Reuters) - A corrida espacial entre os dois homens mais ricos do mundo se acirrou nesta terça-feira, após o presidente da Tesla, Elon Musk, zombar da tentativa de Jeff Bezos de conseguir um importante contrato com a Nasa.

Os dois bilionários, que tentam lançar foguetes orbitais de longo alcance, competem por um cobiçado contrato do governo para construir uma nave espacial que levará astronautas à Lua já em 2024. Musk venceu. Bezos não ficou feliz.

A Blue Origin de Bezos apresentou na segunda-feira um protesto junto ao Escritório de contabilidade do governo, acusando a Nasa de mudar algumas solicitações de última hora.

Em resposta, Musk, que também lidera a SpaceX, escreveu num tuíte: "Não consegue levantá-lo (para orbitar) lol". Ele não elaborou melhor o tuíte, mas adicionou a thread uma captura de tela de uma reportagem de 2019 sobre Bezos apresentando o módulo lunar da Blue Origin.

A empresa de Bezos ficou muito atrás da SpaceX e da United Launch Alliance (ULA) em transporte orbital, perdendo bilhões de dólares em contratos de lançamento de segurança nacional dos EUA que começam em 2022. A ULA é um empreendimento conjunto da Boeing com a Lockheed Martin.

Essas startups de foguetes visam principalmente enviar satélites para clientes em órbita a um preço acessível, e reutilizar partes de foguetes para manter custos sob controle.

"A Nasa executou uma aquisição falha para o programa Human Landing System e mudou as regras no último minuto", disse a Blue Origin em comunicado por e-mail.

"A decisão deles elimina oportunidades de competição, restringe significativamente a base de abastecimento, e não apenas atrasa, mas também põe em risco o retorno dos EUA à Lua. Por causa disso, apresentamos um protesto ao governo."

A SpaceX de Musk se lançou sozinha na disputa pelo contrato, enquanto a Blue Origin fez parceria com a Lockheed Martin, a Northrop Grumman e a Draper.

O comunicado de 50 páginas da Blue Origin foi apresentado primeiramente pelo New York Times.

(Por Kanishka Singh e Subrat Patnaik em Bengaluru e Eric Johnson em Seattle)

REUTERS IL AAP