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Mundo entra em nova onda de casos da COVID-19, defende OMS

·2 minuto de leitura

Em encontro com os integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI), em Tóquio, na quarta-feira (21), a Organização Mundial da Saúde (OMS) defendeu que o mundo está entrando em uma nova onda de infecções e mortes pela COVID-19. Para o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, a situação é causada pelo acesso desigual de vacinas contra o coronavírus SARS-CoV-2 no globo.

“Dezenove meses após o início da pandemia e sete meses desde que as primeiras vacinas foram aprovadas, estamos agora nos estágios iniciais de outra onda de infecções e mortes”, pontuou o diretor-geral da OMS. Segundo Ghebreyesus, a falha global em compartilhar vacinas, testes e tratamentos fomenta uma "pandemia de duas vias".

Desigualdade no acesso à vacina alimenta uma pandemia de duas vias (Imagem: Reprodução/._.studio/Pexels)
Desigualdade no acesso à vacina alimenta uma pandemia de duas vias (Imagem: Reprodução/._.studio/Pexels)

Isso porque países com recursos adequados estão abrindo suas economias e retomando a normalidade, enquanto outros estão se fechando em uma tentativa de retardar a transmissão do coronavírus e, principalmente, das novas variantes. Ghebreyesus taxa isso como uma “injustiça terrível”.

Distribuição de vacinas da COVID-19 no mundo

“Isso não é apenas um ultraje moral, é também epidemiologica e economicamente autodestrutivo”, destacou o diretor-geral da OMS. “A pandemia é um teste e o mundo está falhando”, reforçou. Na ocasião dos Jogos Olímpicos de Tóquio, Ghebreyesus lembrou da importância de se unir forças contra uma única causa. Esta é a mesma união necessária para vencer a COVID-19 globalmente, explicou.

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De acordo com os dados levantados pela OMS, 75% de todas as doses da vacina — mais de 3,5 bilhões de doses — foram administradas em apenas 10 países, enquanto apenas 1% das pessoas nas nações mais pobres receberam pelo menos uma injeção. “As vacinas são ferramentas poderosas e essenciais. Mas o mundo não as usou bem”, declarou.

Afinal, as doses se concentraram nas “mãos e braços de poucos sortudos”. Agora, a OMS pede colaboração mundial para vacinar pelo menos 70% da população em todos os países até meados do próximo ano.

Jogos Olímpicos de Tóquio

A abertura oficial dos Jogos Olímpicos de Tóquio ocorrerá na sexta-feira (23) e, desde a chegada dos atletas e das equipes técnicas no Japão, uma operação contra a transmissão da COVID-19 foi montada. No entanto, diagnósticos positivos da doença já foram confirmados.

O primeiro caso positivo da COVID-19 atingiu a vila olímpica no fim de semana e, até o momento, mais de 70 casos foram vinculados aos Jogos de Tóquio, segundo o canal de televisão CNBC. Nem os atletas e nem as equipes técnicas foram obrigados a se imunizar contra o coronavírus.

Fonte: Canaltech

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