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Mundo bate recorde e gasta mais de R$ 10,3 trilhões com armas em 2021

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Estados Unidos são os que mais investem na compra de armas, gastando US$ 801 bilhões (R$ 3,9 trilhões).
Estados Unidos são os que mais investem na compra de armas, gastando US$ 801 bilhões (R$ 3,9 trilhões). (David Goldman/AP Photo)
  • EUA, China, Índia, Reino Unido e Rússia concentram dois terços;

  • Despesas militares da Rússia aumentaram em 2,9% pelo terceiro ano consecutivo;

  • Países membros da Otan aumentaram seus gastos em 2021.

Somente em 2021, mais de US$ 2,1 trilhões (cerca de R$ 10,3 trilhões) foram gastos em 2021 com equipamentos militares em todo o mundo. Estados Unidos, China, Índia, Reino Unido e Rússia concentram dois terços deste montante, mostra um relatório do Instituto Internacional de Estudos para a Paz de Estocolmo (Sipri, sigla em inglês) divulgado nesta semana.

Ainda segundo o levantamento, as despesas da Rússia com material militar aumentaram em 2,9% pelo terceiro ano consecutivo, atingindo US$ 65,9 bilhões (R$ 324,4 bilhões). Os gastos representam 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. As informações são da RFI.

A China, a segunda maior investidora em material militar no mundo, gastou US$ 293 bilhões (R$ 1,4 trilhão), aumentando suas despesas em 4,7%. Pequim registrou assim seu 27° ano consecutivo de aumento com equipamento bélico.

O reforço da capacidade militar chinesa incitou os países vizinhos a fazer o mesmo. O Japão, por exemplo, gastou US$ 7 bilhões (R$ 34 bilhões), registrando um aumento de 7,3%, na maior alta desde 1972.

Conflitos na Europa

Com o acirramento das tensões na Europa, os países membros da Otan também aumentaram seus gastos. No ano passado, oito membros da aliança atlântica usaram 2% de seu PIB ao orçamento militar.

Os Estados Unidos são os que mais investem na compra de armamentos, gastando US$ 801 bilhões (R$ 3,9 trilhões) em 2021. No entanto, foram contra a tendência de aumento e diminuíram os investimentos em 1,4%. Ao longo da última década, os gastos americanos em matéria de pesquisa e desenvolvimento aumentaram em 24%, enquanto a aquisição de armas diminuiu em 6,4%.

"O governo americano ressaltou diversas vezes a necessidade de preservar as vantagens tecnológicas do exército nacional sobre seus concorrentes estratégicos", apontou Alexandra Marksteiner, pesquisadora do Sipri.

Os gastos militares da Ucrânia aumentaram em 72% desde a anexação da Crimeia. Mesmo que o investimento de Kiev em material bélico tenha diminuído mais de 8% em 2021, para atingir US$ 5,9 bilhões de dólares, o montante representa hoje 3,2% do PIB do país.

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